terça-feira, dezembro 18, 2007

Flávio Migliaccio

Flavio Migliaccio nasceu em São Paulo no dia 15 de outubro de 1934 é ator, diretor e roteirista e além disso tudo aí, ele é um excelente cartunista!
É muito conhecido pelo seu papel de Xerife na série de TV brasileira Shazam, Xerife & Cia. e pelo papel de Tio Maneco, na série exibida pela TVE. Começou atuando em peças de teatro na periferia de São Paulo, onde logo descobriu a sua veia cômica.
É irmão da também atriz e comediante Dirce Migliaccio.

Teledramaturgia
2007 - Sete Pecados como Nino 2006 - Sítio do Picapau Amarelo como Eremita 2005 - América como médium espírita Velmiro (participação especial) 2004 - Clara e o chuveiro do tempo (especial) como Vô Teodoro 2004 - Senhora do Destino como Jacques Pedreira 2002 - Pastores da Noite como Alonso 2001 - As Filhas da Mãe como Barnabé 1999 - Vila Madalena como Ângelo 1999 - Chiquinha Gonzaga (minissérie) como Vagalume 1998 - Torre de babel como Caju 1998 - Era uma Vez como Xerife 1997 - O Amor Está no Ar como Peninha 1996 - Quem é você? como Seu Jacinto 1995 - Engraçadinha... seus amores e seus pecados (minissérie) como Piragibe Sandini 1995 - A Próxima Vítima como Vitinho Giovanni 1994 - Incidente em Antares (minissérie) como padre Gerônico 1992 - Perigosas Peruas como Venâncio 1991 - O Sorriso do Lagarto (minissérie) 1990 - Rainha da Sucata como Moreiras 1989 - O Salvador da Pátria como Nilo 1983 - Parabéns pra Você como Valdir 1980 - Chega Mais 1979 - Pai Herói como Genésio 1977 - O Astro como Neco 1976 - Duas Vidas como Túlio 1976 - O Casarão como Coringa 1975 - O Grito como Osvaldo 1974 - Corrida do Ouro como Sérgio 1972 - Shazam, Xerife & Cia. (seriado) como Xerife 1972 - O Primeiro Amor como Xerife

Filmografia
Boleiros 2 - vencedores e vencidos
Boleiros - era uma vez o futebol...
Menino Maluquinho II - A aventura
Roberto Carlos a 300 km por hora
Todas as mulheres do mundo
O donzelo
Os machões
O Homem Que Comprou O Mundo
Pobre príncipe encantado
A hora e vez de Augusto Matraga
Terra em Transe

Jorge Benjor

Jorge Duílio Lima Meneses nasceu no Rio de Janeiro, 22 de março de 1942, conhecido como Jorge Ben e atualmente Jorge Ben Jor é um guitarrista, cantor e compositor popular brasileiro.
Seu estilo característico inclui o samba, funk, rock, pop, maracatu, bossa nova, rap e samba-rock com letras que misturam humor e sátira. Inclui muitas vezes temas esotéricos nas suas canções.
A música de Jorge Ben tem uma importância única na música brasileira por incorporar elementos novos no suíngue e na maneira de tocar violão, trazendo muito do soul e funk norte-americanos e ainda com influências árabes e africanas, que vieram através de sua mãe, nascida na Etiópia.
Suas levadas vocais e instrumentais influenciaram muito o sambalanço e fizeram escola, arregimentando uma legião não só de admiradores como também de imitadores.
Foi regravado e homenageado por inúmeros expoentes das novas gerações, como Mundo Livre S/A (em "Samba Esquema Noise") e Belô Velloso ("Amante Amado").

História
Carioca de Madureira, mas criado no Catumbi, Jorge Ben queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo. Mas acabou seguindo o caminho da música, presente em sua vida desde criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro de igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock'n'roll.
Seu ritmo híbrido lhe trouxe alguns problemas no início, quando a música brasileira estava dividida entre a Jovem Guarda e o samba tradicional, de letras engajadas.
Ao passar a ter interesse pela música, o artista vivenciou uma época na qual a Bossa Nova predominava no mundo. A exemplo da maioria dos músicos de então, ele foi inicialmente influenciado por João Gilberto, mas desde o início foi bastante inovador.

O início com "Mas Que Nada"
No início da anos 60 apresentou-se no "Beco das Garrafas", que se tornou um dos redutos da
Bossa Nova. Em 1963, ele subiu no palco e cantou "Mas Que Nada" para uma pequena platéia, que incluía um executivo da gravadora Philips. Dois meses depois, era lançado o primeiro compacto de Jorge Ben, que inclui ainda "Por Causa de Você, Menina". No mesmo ano lançou o primeiro LP, "Samba Esquema Novo", acompanhado pelo conjunto Meireles e os Copa Cinco.
"Mas que Nada" foi seu primeiro grande sucesso no Brasil e também é uma das canções em língua portuguesa mais executadas nos Estados Unidos até hoje, na versão do pianista brasileiro Sérgio Mendes com o grupo de rap norte-americano Black Eyed Peas. E também foi uma das poucas a obterem êxito neste país (como "Garota de Ipanema"), tendo ainda sido regravada por artistas como Ella Fitzgerald, Dizzie Gilespie, Al Jarreau, Herb Alpert, José Feliciano e Trini Lopez. Outras composições como "Zazueira" e "Nena Naná" fizeram relativo sucesso no país.

Era de Festivais e fase esotérica-experimental
Em 1968, Jorge Ben quando foi convidado para o programa "Divino, Maravilhoso" que Caetano Veloso e Gilberto Gil faziam na Tupi. Ele também participou d"O Fino da Bossa" (comandado por Elis Regina) e do "Jovem Guarda" (de Roberto Carlos).
Nesta época, Jorge Ben obteve enorme sucesso com "Cadê Teresa", "País Tropical", "Que Pena" e "Que Maravilha", além de concorrer com "Charles, Anjo 45" no Festival Internacional da Canção, da TV Globo, em 1969.
Na década de 1970, venceria este festival com "Fio Maravilha", interpretado por Maria Alcina. "País Tropical" também teve êxito, na voz de Wilson Simonal.
Ainda nos anos 70, Jorge Ben lançou álbuns mais esotéricos e experimentais, como "A Tábua de Esmeralda" (1974), "Solta O Pavão" (1975) e "África Brasil" (1976).
Embora não obtivessem sucesso comercial, estes álbuns são considerados clássicos da música brasileira.

Mudança de nome e fase "pop"
Na década seguinte, Jorge Ben dedicou-se a divulgar suas músicas no exterior. Em 1989, ele mudou o nome artístico de "Jorge Ben" para "Jorge Benjor", logo depois alterado para "Jorge Ben Jor". Na época, foi dito que a mudança teria sido provocada pela numerologia, mas o mais plausível é que tenha ocorrido para evitar confusões com o músico americano George Benson - Jorge Ben estava começando a se tornar muito conhecido nos Estados Unidos na época.
Nesta nova fase, sua música tornou-se mais pop, ainda que com estilo suingue.
Sua música "W/Brasil (Chama o Síndico)", lançada em 1990, estourou nas pistas de dança em 1991 e 1992, tornando-se uma verdadeira febre na época. A canção é também uma homenagem ao cantor Tim Maia.
Em 2004, Jorge Ben Jor lançou "Reactivus Amor Est - Turba Philosophorum", primeiro álbum com canções inéditas desde 1995.
Ainda na ativa, seus shows costumam durar cerca de três horas, para platéias formadas principalmente por jovens.

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Camila Pitanga

Camila Manhães Sampaio, mais conhecida como Camila Pitanga, nasceu no Rio de Janeiro, 14 de junho de 1977, é atriz e modelo.
Na telenovela Paraíso Tropical, Camila fez um grande sucesso e fez uma das personagens mais populares da televisão brasileira, a prostituta Bebel.

Vida familiar
É filha dos atores Vera Manhães e Antônio Pitanga e irmã do também ator Rocco Pitanga. Camila é, desde 1999, casada com o diretor de arte Cláudio Amaral Peixoto, de quem está gravida.
Em 1984, aos seis anos de idade, foi figurante no filme Quilombo, de Cacá Diegues.
Ainda muito jovem, começou carreira de modelo e foi angeliquete, uma das assistentes de palco da apresentadora Angélica no Clube da Criança da extinta TV Manchete.
Estreou como atriz de televisão na telenovela Fera Ferida (1993) e, no cinema, com Super Colosso (199

Carreira artistica
No cinema
2007 - Saneamento Básico, o Filme .... Silene 2007 - Noel - Poeta da Vila .... Ceci 2006 - Mulheres do Brasil .... Esmeralda 2005 - O Signo do Caos 2005 - Sal de Prata .... Cassandra 2004 - Redentor .... Soninha 2004 - Bendito Fruto .... Choquita 2004 - O Preço da Paz .... Anésia 2003 - Bala Perdida (curta-metragem) 2001 - Atlantis - O Reino Perdido .... Kida (dublagem) 2001 - Caramuru - A Invenção do Brasil .... Paraguaçu 1995 - Super Colosso 1984 - Quilombo.

Telenovelas, séries e minisséries
2007 - Paraíso Tropical .... Bebel (Francisbel dos Santos) 2005 - Quem Vai Ficar com Mário? 2005 - Belíssima .... Mônica Santana 2003 - Mulheres Apaixonadas .... Luciana Ribeiro Alves 2002 - Pastores da Noite .... Marialva 2001 - Porto dos Milagres .... Esmeralda 2000 - Garotas do Programa 2000 - A Invenção do Brasil .... Paraguaçu 1998 - Pecado Capital .... Ritinha 1997 - Malhação .... Alex 1995 - A Próxima Vítima .... Patrícia Noronha 1993 - Fera Ferida .... Teresinha Fronteira 1993 - Sex Appeal .... Vilma

Sônia Braga

Sônia Maria Campos Braga nasceu em Maringá, a data de seu nascimento exato é um mistério. Certas fontes dizem que ela nasceu no dia 8 de Junho de 1950, outras, dia 16 de Junho de 1950.
Sônia Braga é sinônimo de mulher brasileira. Morena, sedutora e fatal, é uma das atrizes mais queridas do país, e uma das que mais sucesso fazem no exterior.

Ajudando sua mãe, Zezé, na infância (o pai morreu quando ela era criança), em uma padaria no Belenzinho, bairro de São Paulo, teve uma infância difícil.
Estreou na carreira artística aos 18 anos, particpando da peça teatral Hair, da qual foi a grande estrela. No cinema protagonizou importantes filmes, como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Eu Te Amo e A Dama do Lotação. Na televisão, um de seus primeiros trabalhos foi na versão brasileira do programa educativo infantil Vila Sésamo (Sesame Street), em que interpretava a professora Ana Maria, mas seus maiores sucessos foram as telenovelas Gabriela e Dancin' Days.
A partir de 1985 foi viver nos Estados Unidos da América onde atuou em filmes e programas de televisão, tendo participado da famosa série norte-americana Sex and the City.
Após vinte anos vivendo no exterior, em 2006, Sônia regressou ao Brasil para participar de uma telenovela inteira, Páginas da Vida, de Manoel Carlos, onde interpretou uma escultora internacionalmente reconhecida. Sua última participação completa fora em 1980, em Chega Mais. Depois disso, ela participou dos primeiros quinze capítulos da telenovela de época Força de um Desejo, em 1999.
Caetano Veloso compôs duas canções inspiradas em Sônia Braga, que são Tigresa, sucesso na voz de Gal Costa, e Trem das Cores.
Atualmente (2007), interpreta o Alice Monteiro em Donas de Casa Desesperadas, versão brasileira de Desperate Housewives.

Carreira artística:
No cinema

2005 – Baila Comigo (EUA) 2004 – The Bride of the Sea (EUA) 2003 – Scene Stealers (EUA) 2003 – Testosterone (EUA) 2002 – Império (EUA) 2001 – Memórias Póstumas 2001 – Perfume (EUA) 2001 – Olhar de Anjo (EUA) 2001 – The Judge (TV - EUA) 2000 – Um Drink no Inferno 3 (EUA) 1997 – Os Jogadores (TV - EUA) 1996 – Tieta do Agreste 1995 – Morte Dupla (EUA) 1994 – Amazônia em Chamas (TV - EUA) 1993 – A Volta (EUA) 1991 – A Última Prostituta (TV - EUA) 1990 – Rookie, um Profissional do Perigo (EUA) 1988 – Rebelião em Milagro (EUA) 1988 – Luar sobre Parador (EUA) 1987 – Mil Elos - O Preço da Liberdade (TV - EUA) 1985 – O Beijo da Mulher Aranha 1983 – Gabriela 1981 – Eu Te Amo 1978 – A Dama do Lotação 1976 – Dona Flor e Seus Dois Maridos 1975 – O Casal 1973 – Mestiça, a Escrava Indomável 1971 – O Capitão Bandeira contra o Doutor Moura Brazil 1970 – Cléo e Daniel 1970 – A Moreninha 1968 – O Bandido da Luz Vermelha.

Na televisão
2007 – Donas de Casa Desesperadas .... Alice Monteiro (série) 2006 – Páginas da Vida .... Tônia (Antônia) Werneck 1999 – Força de um Desejo .... Helena Sobral (Baronessa de Ouro Verde) 1980 – Chega Mais .... Gelly 1978 – Dancin' Days - Júlia Matos 1977 – Espelho Mágico .... Cynthia (Jacinta) Levi (Camila) 1976 – Saramandaia .... Marcina 1975 – Gabriela .... Gabriela 1974 – Fogo sobre Terra .... Brisa 1972 – Selva de Pedra .... Flávia 1970 – Irmãos Coragem .... Lídia Siqueira.

Prêmios de Sônia Braga:
Emmy1995
Indicada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme de TV ‘’Amazônia em Chamas’’
Globo de Ouro1995
Indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante por filmes de TV ou minissérie por ‘’Amazônia em Chamas’’1989
Indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme ‘’Luar Sobre Parador’’1986
Indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme ‘’O Beijo da Mulher Aranha’’

domingo, dezembro 16, 2007

OSCAR NIEMEYER - 100 anos.

Oscar Niemeyer Soares Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 1907.
Considerado o mais importante arquiteto brasileiro deste século em função da quantidade e qualidade de obras construídas, iniciou sua carreira no escritório de Lúcio Costa, em 1934, quando se graduou na Escola Nacional de Belas Artes.
A partir do instante em que substituiu Costa na coordenação do grupo que desenvolveu os estudos de Le Corbusier para o edifício-sede do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro, Niemeyer desempenhou o papel principal na corrente modernista que privilegiava a expressão plástica. Em 1947, o edifício-sede da Unesco, nos Estados Unidos, proporciona mais uma vez a Niemeyer a oportunidade de dividir com Le Corbusier o projeto definitivo que funde as propostas independentes de cada um dos arquitetos.

A influência corbusiana é notável nas primeiras obras de Niemeyer. Porém, pouco a pouco o arquiteto adquire sua marca: a leveza das formas curvas cria os espaços que transformam o programa arquitetural em ambientes inusitados; portanto, harmonia, graça e elegância são os adjetivos mais apropriados para o trabalho de Oscar Niemeyer. As adaptações que o arquiteto produziu conectando o vocabulário barroco ao modernismo arquitetônico possibilitaram experiências formais com volumes espetaculares, que foram concretizadas por calculistas famosos, entre eles o brasileiro Joaquim Cardoso e o italiano Pier Luigi Nervi.
A arquitetura de Brasília, prevista nos esboços com que Lucio Costa concorreu ao concurso internacional de projetos para a nova capital do Brasil, foi o impulso definitivo de Niemeyer na cena da história internacional da arquitetura contemporânea. As cúpulas côncava e convexa do Congresso Nacional e as colunas dos palácios da Alvorada, do Planalto e da Suprema Corte, configuram signos originais. Agregando-os às espetaculares formas das colunas da Catedral e dos palácios Itamaraty e da Justiça, Niemeyer encerra a perspectiva ortogonal e simétrica formada pelo ritmo repetitivo dos edifícios da Esplanada dos Ministérios.
O uso das estruturas em concreto armado em formas curvas ou em casca e as explorações inéditas das possibilidades estéticas da linha reta se traduziram em fábricas, arranha-céus, espaços para exposições, residências, teatros, templos, edifícios-sede de empresas dos setores público e privado, universidades, clubes, hospitais e equipamentos para diversos programas sociais. Desses temas sobressaem-se os seguintes trabalhos: a Obra do Berço e sua residência na Estrada das Canoas, no Rio de Janeiro; a fábrica Duchen, o edifício Copan e o Parque do Ibirapuera, em São Paulo; o conjunto arquitetônico da Pampulha, com o Cassino, o Restaurante e o Templo de São Francisco de Assis, em Belo Horizonte; o projeto para o Hotel de Ouro Preto (Minas Gerais), o Museu de Caracas (Venezuela), a sede do Partido Comunista (Paris), a sede da Editora Mondatori (Milão), a Universidade de Constantine (Argélia) e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o MAC (Rio de Janeiro).
A presença constante de Oscar Niemeyer no cenário da arquitetura contemporânea internacional, desde 1936 até os dias atuais, o transformou em símbolo brasileiro. Recebeu inúmeros prêmios e possui vasta bibliografia, onde se destacam títulos de sua autoria e de Stamo Papadaki, além de várias edições temáticas das principais revistas de arquitetura da França e da Itália.

quinta-feira, novembro 01, 2007

Tarcísio Meira

Tarcísio Magalhães Sobrinho, mais conhecido como Tarcísio Meira, (São Paulo, 5 de outubro de 1935) é um ator brasileiro de cinema e televisão.
É ator contratado pela Rede Globo. É casado há mais de 40 anos com a também atriz Glória Menezes, com quem fez muitos pares românticos.
Eles têm um filho, que também é ator, Tarcísio Filho, o Tarcisinho.
Estreou no teatro em 1957, na peça A Hora Marcada e, em 1959, já brilhava em O Soldado Tanaka, convidado por Sérgio Cardoso.
A estréia na televisão foi em Noites Brancas, um teleteatro da TV Tupi, em 1959.
Em outro teleteatro da mesma emissora, Uma Pires Camargo, em 1961, contracenou pela primeira vez com Glória Menezes, passando a formar um dos casais de maior sucesso da televisão brasileira.
O primeiro filme em que atuou foi Casinha Pequenina, em 1963.
Recebeu o prêmio de melhor ator da Associação Paulista de Críticos de Arte pela sua atuação na minissérie A Muralha, da Rede Globo em 2000.

Na televisão
Telenovelas 2007 - Duas Caras .... Hermógenes Rangel 2006 - Páginas da Vida .... Tide (Aristides Martins de Andrade) 2005 - Bang Bang .... John McGold (participação especial) 2004 - Senhora do Destino .... José Carlos Tedesco (participação especial) 2002 - O Beijo do Vampiro .... Bóris Vladesco 2001 - Um Anjo Caiu do Céu .... João Medeiros 1998 - Torre de Babel .... César Toledo 1996 - O Rei do Gado .... Giuseppe Berdinazzi (participação especial na primeira fase) 1994 - Pátria Minha .... Raul Pellegrini 1993 - Fera Ferida .... Feliciano Mota da Costa (participação especial) 1992 - De Corpo e Alma .... Diogo 1990 - Araponga .... Aristênio Catanduva 1986 - Roda de Fogo .... Renato Villar 1983 - Guerra dos Sexos .... Felipe de Alcântara Pereira Barreto 1981 - Brilhante .... Paulo César 1980 - Coração Alado .... Juca Pitanga 1979 - Os Gigantes .... Fernando Lucas 1977 - Espelho Mágico .... Diogo Maia 1976 - Saramandaia .... D. Pedro I (participação especial) 1975 - Escalada .... Antônio Dias 1973 - O Semideus .... Hugo Leonardo Filho / Raul de Paula 1973 - Cavalo de Aço .... Rodrigo Soares 1971 - O Homem que Deve Morrer .... Ciro Valdez 1970 - Irmãos Coragem .... João Coragem 1969 - Rosa Rebelde .... Sandro / Fernando de Aragón 1968 - A Gata de Vison .... Bob Ferguson 1967 - Sangue e Areia .... Juan Gallardo 1967 - O Grande Segredo .... Celso (TV Excelsior) 1966 - Almas de Pedra .... Eduardo (TV Excelsior) 1965 - A Deusa Vencida .... Edmundo Amarante (TV Excelsior) 1964 - Ambição .... Miguel (TV Excelsior) 1963 - 2-5499 Ocupado .... Larry

Minisséries
2004 - Um Só Coração .... Antônio de Sousa Borba (Coronel Totonho) 2000 - A Muralha .... Dom Jerônimo Taveira 1998 - Hilda Furacão .... Coronel João Possidônio (participação especial) 1985 - Grande Sertão: Veredas .... Hermógenes 1985 - O Tempo e o Vento .... Capitão Rodrigo Cambará 1984 - Meu Destino É Pecar .... Paulo de Oliveira
Seriados
1988 - Tarcísio & Glória .... Bruno Lazarini

No cinema
1994 - Boca
1990 - Boca de Ouro
1987 - Eu
1983 - O Cangaceiro Trapalhão
1982 - Amor Estranho Amor
1981 - O Beijo no Asfalto
1981 - Eu Te Amo
1981 - A Idade da Terra
1979 - O Caçador de Esmeraldas
1979 - República dos Assassinos
1977 - Elza e Helena
1974 - O Marginal
1972 - Independência ou Morte
1972 - Missão: Matar
1971 - As Confissões de Frei Abóbora
1970 - Amemo Nus (inacabado)
1969 - Quelé do Pajeú
1969 - Máscara da Traição
1969 - Verão de Fogo
1965 - A Desforra
1963 - Casinha Pequenina

quinta-feira, outubro 25, 2007

CLARA NUNES

Clara Francisca Nunes Gonçalves Pinheiro, conhecida como Clara Nunes, (Cedro da Cachoeira, 12 de agosto de 1943 — Minas Gerais, 2 de abril de 1983) foi uma cantora brasileira, considerada uma das maiores intérpretes de samba do país.

Clara Nunes nasceu no interior de Minas Gerais no distrito de Cedro da Cachoeira, à época pertencente ao município de Paraopeba e depois emancipado com o nome de Caetanópolis.
Trabalhava numa fábrica quando participou do concurso A Voz do Ouro ABC, vencendo a etapa mineira e terceiro lugar na final, em São Paulo, 1960. A partir daí, conseguiu emprego numa rádio belo-horizontina, a Rádio Inconfidência, onde teve um programa exclusivo na TV Itacolomi durante um ano e meio. Além disso, nesta época se apresentava em boates e casas noturnas de espetáculos da cidade onde viveu até 1964, quando mudou-se para o Rio de Janeiro.
O primeiro LP gravado, A voz adorável de Clara Nunes (1966), apresentou um repertório de conhecidos boleros e sambas-canções, mas foi um fracasso comercial. Só começou a cantar samba a partir do segundo, Você passa eu acho graça, em 1968, cuja faixa-título, de Ataulfo Alves, foi o primeiro grande sucesso radiofônico, firmando-se como cantora desse gênero anos depois.
O primeiro espetáculo realizado foi Sabiá sabiô, paralelamente à gravação do álbum Clara Clarice Clara, que trouxe canções de compositores de escola de samba e MPB, como Caetano Veloso e Dorival Caymmi, dedicando-se posteriormente ao partido alto com As forças da Natureza (1977).
Com o LP Alvorecer de 1974 obteve grande sucesso com a canção Conto de areia (Romildo/ Toninho). Bateu índices recordes de vendagem, chegando a quinhentas mil cópias - feito nunca realizado anteriormente por uma mulher no Brasil - e rompendo com o tabu de que cantora não vendia discos e estimulou outras gravadoras a investir em sambistas mulheres (formou também o trio ABC do samba - Alcione, Beth Carvalho e a própria Clara, assim como deu visibilidade a sambistas mais veteranas, casos de Dona Ivone Lara, Jovelina Pérola Negra e Clementina de Jesus). Neste mesmo ano lançou o disco Brasileiro: profissão esperança, ao lado do ator Paulo Gracindo.
Os discos que se seguiram a transformaram na maior intérprete de samba do Brasil. O disco seguinte Claridade (1975) vendeu ainda mais do que o anterior.
Alguns anos depois, pode-se observar um maior ecletismo no repertório, que incluiu baiões, baladas e até valsinhas, confirmando assim a grande versatilidade de intérprete, além das canções calcadas no tema do umbanda e candomblé, a religião, e por caractertísticas dela e por suas indumentárias características: vestidos longos brancos, colares e miçangas, de origem africana. Canções que exaltam a religiosidade são: A deusa dos orixás, Guerreira, Filhos de Gandhi, e outras.
Na voz de Clara Nunes foram consagradas as seguintes interpretações: Você passa eu acho graça, Conto de areia, Canto das três raças, Ê baiana, Tristeza pé no chão, Nação, Na linha do mar, Morena de Angola, O mar serenou, Guerreira, Ilu Ayê - Terra da Vida, Coração leviano, As forças da natureza, A deusa dos orixás, Macunaíma, Alvorada, Menino Deus, Feira de Mangaio, Portela na Avenida, Serrinha, Misticismo da África ao Brasil, Lama, Sem companhia, Deixa clarear, Derramando lágrimas, dentre outras.
O álbum mais vendido foi Brasil Mestiço (1980) que ultrapasssou a marca de um milhão de cópias vendidas. Clara tem no acervo mais de dezoito discos de ouro e é lembrada com muito carinho pelos brasileiros. Morreu na madrugada de 2 de abril de 1983, prematuramente, aos 40 anos, depois de vinte e oito dias em coma: no princípio de março, ela se internou na Clínica São Vicente, no bairro da Gávea, no Rio de Janeiro, onde se submeteu a uma simples operação de varizes na perna esquerda, por motivo de fortes dores que sentia ao dançar.
Sofreu parada cardíaca e paralisação da atividade cerebral, por falta de oxigenação, vítima de um choque anafilático ou de um erro médico.
O corpo foi velado na quadra da Escola de Samba Portela - uma de suas paixões - e sepultado no Cemitério São João Batista, em meio a muita emoção dos fãs, cantores e parentes, numa tristeza coletiva poucas vezes vista no Brasil.
A cantora Alcione lhe dedicou um disco, como grandes amigas que eram, gravando músicas de seu repertório. O álbum, lançado em 1999, foi batizado de Claridade. Foi casada com o poeta e letrista Paulo César Pinheiro a partir de 1975, de quem gravou diversas composições. Paulo César hoje é casado com a cavaquinista Luciana Rabello.

domingo, setembro 30, 2007

Wagner Moura

Wagner Moura, ator brasileiro, nasceu em Rodelas em 27 de junho de 1976, na Bahia.
Formado em jornalismo na Universidade Federal da Bahia, já atuou em vários filmes em pouco tempo de carreira.
Interpretou Juscelino Kubitschek quando jovem na minissérie homônima da Rede Globo.

Peças teatrais:
2005 - Dilúvio em Tempos de Seca
2000 - A Máquina - Antônio

Trabalhos na TV:
2007 - Paraíso Tropical - Olavo
2005 - A Lua me Disse - Gustavo Bogari (Minissérie)
2006 - JK - Juscelino Kubitschek (jovem) Série
2003 - Sexo Frágil - Edu/Magali
2003 - Carga Pesada - Pedrinho
Filmografia:
2007 - Tropa de Elite - Capitão Nascimento
2007 - Saneamento Básico, o Filme
2007 - Ó Paí, Ó
2005 - A Máquina
2005 - Cidade Baixa
2004 - Nina
2003 - Caminho das Nuvens
2003 - Carandiru, O Homem do Ano, Deus é brasileiro
2002 - As três Marias
2001 - Abril Despedaçado
2000 - Sabor da Paixão
2000 - Rádio Gogó (curta-metragem)

quinta-feira, setembro 27, 2007

Bruno Gagliasso

Bruno Gagliasso, ator brasileiro nasceu no Rio de Janeiro em 13 de abril de 1982.
Irmão mais velho do também ator Thiago Gagliasso.
Casou religiosamente com a atriz Camila Rodrigues no dia 19 de agosto de 2006.
O casal conheceu-se nas gravações da telenovela "América", de Glória Perez, onde Camila estreou como atriz no papel de Mari, e Bruno fez o personagem Júnior.
Bruno é campeão em participações no quadro Vídeo Game, do Vídeo Show.
Trabalhos na TV:
2007 - Paraíso Tropical - Ivan Novaes
2006 - Dom (especial) - Teo
2006 - Sinhá Moça - Ricardo Garcia Fontes
2005 - América - Júnior (Sinval Júnior Fontes)
2003 - Celebridade - Inácio Vasconcelos Amorim
2003 - A casa das sete mulheres (minissérie) - Caetano
2001 - As Filhas da Mãe - Artur Rocha
2000 - Chiquititas - Rodrigo
1990 - Barriga de Aluguel
Trabalhos no cinema:
2002 - As Vozes da Verdade (curta-metragem) - Lucas

segunda-feira, setembro 24, 2007

Sérgio Reis

Sérgio Reis, nome artístico de Sérgio Basini, (São Paulo, 23 de junho de 1940) é um cantor sertanejo brasileiro, famoso pelo seu repertório diversificado.

Anteriormente vinculado à Jovem Guarda — época de sucessos como "Coração de papel" —, gravou seu primeiro disco de música sertaneja "Menino da gaita" em 1972.

Seguiu-se o sucesso de "Menino da Porteira", "Adeus Mariana", "Disco Voador", "Panela Velha", "Filho Adotivo", "Pinga ni Mim" e várias outras canções.

Como ator, trabalhou em algumas telenovelas, como Pantanal e A História de Ana Raio e Zé Trovão, na extinta TV Manchete, O Rei do Gado, na Rede Globo e Bicho do Mato da Rede Record.
Atuou também em três filmes: O Menino da Porteira, Mágoa de Boiadeiro e O Filho Adotivo. Fez 500 Shows pelo Brasil. Programa de rádio (Rádio Caminhoneiro) considerando a retransmissão de 170 emissoras.

Uma das Grandes Conquistas aconteceu em Los Angeles, no dia 13 de setembro de 2000, a entrega do 1º GRAMMY LATINO. Na categoria Melhor Álbum de Música Sertaneja, concorreram: Sérgio Reis, Zezé Di Camargo & Luciano, Roberta Miranda e Leonardo. O vencedor foi: SÉRGIO REIS, com o CD "Sérgio Reis e Convidados".

A Cidade de Ouro Fino inaugurou em março de 2001, a estátua do menino da porteira, um monumento com mais de 10 metros de altura. Na solenidade aconteceu uma grande homenagem à Sérgio Reis, que colocou a mão na estátua, gravando assim, no concreto, a sua marca que ficará eternizada na praça pública da cidade.
Os moradores de Ouro Fino consideram que a cidade é conhecida em todo o Brasil, graças a existência do "Serjão"que gravou e fez muito sucesso com a música O Menino da Porteira.

domingo, setembro 23, 2007

MARCEL MARCEAU

Nascido no dia 22 de março de 1923 em Estrasburgo (leste da França), Marcel Mangel, nome do mímico mais famoso do mundo, Marcel Marceau, levou a arte da mímica a patamares jamais alcançados, rodando o mundo como "Bip", o grande personagem criado por ele em 1947 e que o tornou famoso.

Aluno de Etienne Decroux, pioneiro da mímica moderna, foi professor de arte dramática em Paris e ao terminar a guerra mundial ingressou na companhia de Madeleine Reanud e Jean Louis Barrault onde se destacou no papel de Arlequim.

De aparência frágil, mas com grande vivacidade, Marceau foi o artífice do renascimento, após a Segunda Guerra Mundial, da arte da pantomima, que havia sido obscurecida pelo cinema mudo de Charles Chaplin, Buster Keaton e Laurel e Hardy.

Única 'trupe' de mímica no mundo nos anos 1950 e 1960, a Companhia Marcel Marceau atuou nos principais teatros da França e do Mundo, fazendo grande sucesso.

De 1969 a 1971, Marceau lecionou na Escola Internacional de Mímica, antes de criar a Escola Internacional de Mimodrama em Paris no ano de 1978.

Apesar da idade avançada, Marceau continuava fazendo no início dos anos 2000 cerca de 250 apresentações por ano no mundo
.
"A mímica é uma arte que hipnotiza. É uma linguagem universal", dizia aquele que tinha descoberto sua vocação rindo, quando era criança, numa sala de cinema.

Filho de um açougueiro que morreu em Auschwitz, campo de concentração nazista, Marceau entrou na Resistência Francesa em 1944.

"As pessoas que voltavam dos campos de concentração não podiam falar, não sabiam como contar suas histórias. Eu me chamo Mangel e tenho origens judias. Talvez isso tenha influenciado inconscientemente na minha escolha pelo silêncio", afirmou Marceau ao Le Monde em 1997.

Conhecido em todo mundo por sua versatilidade teatral mímica, Marceau foi nomeado Embaixador da Boa Vontade das Nações Unidas para o Envelhecimento, e foi agraciado com muitos prêmios, incluindo o Deburau (1948), além de dois Emmy por seus programas de TV.

Conhecido em todo o mundo, o mestre dos mímicos esteve no Brasil algumas vezes.
A última delas foi em 2005, quando, aos 82 anos, realizou uma turnê de despedida pela América Latina, que o levou, além dos palcos brasileiros, a Cuba, à Colômbia e ao Chile.

Foi premiado na França com as maiores condecorações oficiais - Oficial de la Legión de Honor, Comendador de Las Artes y las Letras y Gran Oficial de la Orden Nacional del Mérito - era membro também da Academia de Artes de Berlim e Munique.

O "Charlie Chaplin da mímica" foi casado três vezes e era pai de quatro filhos.
Fez notáveis incursões no cinema como ator, com Roger Vadim em "Barbarella" (1968), "Paganini" (1989) e com Mel Brooks em "A Última Loucura de Mel Brooks" ("Silent Movie"), onde era o único personagem que falou "Não!" no filme (1976).

quinta-feira, setembro 13, 2007

PEDRO DE LARA

Pedro Ferreira dos Santos, mais conhecido como Pedro de Lara (Bom Conselho, 25 de Fevereiro de 1925 – Rio de Janeiro), foi uma personalidade de rádio e televisão brasileiro, de múltiplas atividades que atingiu status de celebridade como jurado de programas de calouros.

No início da década de 70, paralelamente à sua atuação na Rádio Tupi do Rio de Janeiro num quadro em que interpretava sonhos, Pedro passou a fazer parte do júri do Show de Calouros, parte do Programa Silvio Santos.

De 1980 em diante, Pedro participou do programa do palhaço Bozo, um grande sucesso da TVS e do SBT durante os anos 80. Pedro era Salsi Fufu, o mais estressado da turma, parceiro de Papai Papudo e Vovó Mafalda.

Como ator, Lara também participou de diversas produções do gênero pornochanchada, durante os anos 1970 e inícios de 1980. Entre esses filmes, destacam-se Emoções sexuais de um cavalo (1986), A máfia sexual (1986), Bonitas e gostosas (1979), As taradas atacam (1978) e As 1001 posições do amor (1978).Pedro de Lara também foi astrólogo nas revistas Amiga e Sétimo Céu e radialista na Rádio Atual, além de empresário de sua esposa Mag de Lara, escritor, ator e cantor. Em suas próprias palavras: "No meu disco o pau come, é nordestino da bexiga porreta!".

Sua última atuação como jurado se deu no programa Gente que Brilha, do SBT. Nos últimos anos de vida, Pedro de Lara lançou o Livro da Sabedoria, que contém pensamentos como “Todo pai corujão faz do seu filho um bobão” e “Na vida tem que ter estilo, quem não tem, não é isso nem aquilo”.

Em um de seus livros, "A porta Proibida", Pedro fala sobre o comportamento do homem após a criação da primeira porta da humanidade. Vulgaridade, pederastia e outros comportamentos são discorridos sob a ótica do artista.
Pedro de Lara morreu neste último dia 13 de setembro, vítima de câncer de próstata, aos 82 anos. Deixou viúva, Mag de Lara, e quatro filhos.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Wilson Simonal

Wilson Simonal de Castro, (Rio de Janeiro, 26 de fevereiro de 1939 - 25 de junho de 2000) foi um cantor brasileiro de muito sucesso nas décadas de 1960 e 1970.
Começou a carreira cantando em bailes do 8º grupo de Artilharia da Costa, cantando em inglês, rock e calipsos.
Em 1961 foi crooner do conjunto de calipso Dry Boys, fez parte do conjunto Os guaranis.
Se apresentou no programa Os brotos comandam, sendo apresentador do programa Carlos Imperial. Atuou nas casa noturnas Drink, Top Club.
Foi levado por Luiz Carlos Miéle e Ronaldo Bôscoli para o Beco das Garrafas, que era o reduto da bossa nova.
Em 1964 viajou pelas América do Sul e América Central, junto com o conjunto Bossa Três, do pianista Luís Carlos Vinhas.
De 1966 a 1967 apresentou o programa de TV, Show em Si ...monal, pela TV Record - canal 7, de São Paulo. Seu diretor era Carlos Imperial. Se revelando um show man. Fez grande sucesso com as músicas País tropical (Jorge Ben, Mamãe passou acúcar em mim, Meu limão, meu limoeiro, Sá Marina( Antonio Adolfo/Tibério Gaspar), num swing criado por César Camargo Mariano, que fazia parte do Som Três, junto com Sabá e Toninho, que foi chamado de pilantragem.
Em 1970 acompanhou a seleção brasileira de futebol à Copa do Mundo, realizada no México. Ficando amigo dos jogadores de futebol Carlos Alberto, Jairzinho e do maestro Erlon Chaves.
Houve um desfalque na empresa em que Simonal tinha. Seu contador foi acusado, supostamente, de ter praticado o roubo.
Durante os interrogatórios, Simonal foi acusado de ser informante do Dops. Foi condenado em 1972. Simonal ficou desmoralizado no meio artístico-intelectual e cultural da época e sua carreira começou a declinar.
O jornal O Pasquim acusou de dedo duro . A repressão imposta pela ditadura militar brasileireira, levaram os jornalistas da época a acreditar que Simonal fôsse informante do SNI. A imprensa o condenou sem provas.
Ele negou veementemente todas as acusações. Em 2002, após sua morte, a família do cantor requisitou abertura de processo para verificar a acusação de informante do regime.
Foram reunidos depoimentos de diversos artistas, além de um documento datado de 1999 em que o então secretário de Direitos Humanos, José Gregori, atestava que não havia evidências - fosse nos arquivos do Serviço Nacional de Informações (SNI) ou no Centro de Inteligência do Exército - de que Simonal houvesse agido como delator. Como resultado, o nome do músico foi reabilitado publicamente pela Comissão Nacional de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em 2003.
Independente de qualquer acusação política, porém, o nome de Wilson Simonal vem ganhando cada vez mais reconhecimento pela contribuição musical no cenário brasileiro, sendo considerado um dos grandes cantores da Música Popular Brasileira.
É pai dos também músicos Wilson Simoninha e Max de Castro.

domingo, setembro 02, 2007

Amy Lee.


Amy Lynn Lee (Riverside, 13 de deszembro de 1981) é a vocalista da banda norte-americana Evanescence.
Fundou a banda Evanescence com Ben Moody quando se conheceram num acampamento para jovens. Ben conheceu Amy enquanto ela tocava "I'd Do Anything for Love" do Meat Loaf no piano, convencendo-a a formar uma banda própria. Isto marcou o início do Evanescence.
Amy Lee tem um irmão e duas irmãs. Ainda na escola foi presidente do conselho de corais e participou de um drama onde interpretava um grande número de papéis. Sua família mudou-se para vários lugares, incluindo os estados do Illinois, Kansas e Flórida, mas finalmente instalaram-se em Little Rock, Arkansas, onde o Evanescence começou. Ela se formou em 2000 na Pulaski Academy, e também freqüentou a Middle Tennessee State University.
Sofreu um grande trauma da infância com a morte de sua irmã de três anos. As canções "Hello" (do Fallen) e "Like You" (do The Open Door) abordam este tema.
As principais influências musicais de Lee são Björk, Tori Amos, Korn, Soundgarden, Portishead e Nine Inch Nails.
Teve uma relação pública com Shaun Morgan, vocalista e guitarrista do Seether, num relacionamento que durou de 2003 a 2005.
Em maio de 2007, se casou com um terapeuta de Little Rock Josh Hartzler. Os 2 já eram amigos há vários anos, e começaram a namorar em 2006. As músicas Good Enough e Bring Me To Life foram inspiradas nele

domingo, agosto 26, 2007

Rodolfo Abrantes

Rodolfo Abrantes (Sobradinho, DF, 20 de setembro de 1972) é um cantor gospel e guitarrista brasileiro. Ele foi vocalista das bandas Rodox e Raimundos. Hoje possui um trabalho solo de gospel.
Rodolfo nasceu em Brasília, berço do rock nacional. Filho de pais médicos, foi criado com o conforto da classe média alta. Entrou na adolescência apaixonado pelo rock e foi influenciado por uma geração que sucedeu alguns dos maiores nomes do rock brasileiro, como Os Paralamas do Sucesso, Legião Urbana, Plebe Rude, entre outros.

Os Raimundos
Montou a banda Raimundos para fazer cover da banda Ramones e tocar em barzinhos. Após a gravação de uma fita demo que fez sucesso a banda passou a ser reconhecida pela mídia e por outras bandas, que começaram a convidá-los a tocar no Rio de Janeiro. Chegaram a abrir apresentações de Camisa de Vênus e Ratos de Porão no Circo Voador, além de uma temporada para o Titãs. Passaram 2 anos parados, até o retorno, que veio realmente o sucesso. De um adolescente padrão, ele se transformou em um rock star.
Sua banda foi uma das mais bem-sucedidas da década de 90. Rodolfo conquistou o país todo, porém sucesso após sucesso virou evangélico, porém Rodolfo não se compara a outros artistas convertidos já que ele, ao contrário de outros, deixou a banda no auge da fama.

A Banda Rodox
Após sua saída dos Raimundos, Rodolfo começou um novo projeto musical. Iria pôr a palavra de Deus em músicas de rock, o estilo o qual seguira por anos. Nesse meio tempo, entre Raimundos e novo projeto, Rodolfo estava compondo, tocando e gravando junto a Dj Bob. Após a formação das músicas, chamaram Tom Capone para produzir e tocar. Para a bateria foi chamado Fernando Schaefer (ex-Pavilhão 9 e Korzus). Daí, em 5 dias, nasce Rodox. Gravou junto à banda dois cd's, lançados um em 2001 e outro em 2003. Após os desintendimentos gerados no ano de 2004, a banda teve seu fim anunciado, após um show controverso em Salvador.

Carreira Gospel
Atualmente, Rodolfo, morando em Balneário Camboriú-SC, prega o evangelho pela Bola de Neve Church. Freqüentemente sai em viagens por igrejas, compartilhando a sua história.
No ano de 2006, Rodolfo lançou o CD solo pelo selo independente "Bola Music", o álbum intitulado "Santidade ao Senhor".

segunda-feira, julho 23, 2007

Victor Hugo

Victor Hugo (26 de fevereiro de 1802 em Besançon - 22 de maio de 1885, Paris) foi um escritor e poeta francês, autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte anos. Mas é com Cromwell, publicado em 1827, que alcançará o sucesso. No prefácio deste drama, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua idéia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia". Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apóia a candidatura do "príncipe Louis-Napoléon", mas se exila após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que ele condena vigorosamente por razões morais (Histoire d'un crime).
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu"). A morte da sua filha, Leopoldina, deixou-o a tal ponto desamparado que se deixa tentar, na sua lembrança, por experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada Les tables tournantes de Jersey.
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon. Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.

domingo, julho 22, 2007

Descaso e acinte em dia de condecoração.

O meu repúdio com o descaso e a indiferença com as vítimas e seus familires no acidente do vôo 3054 da TAM no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, num evento com acinte de condecoração com a medalha de Santos Dumont por serviços prestados à Aviação Brasileira.
O Sr. Milton Zuanazzi e mais a cara-de-pau do vice-presidente da república , o Sr. José Alencar recebendo tais honrarias... Por quê mesmo, hein?!
Como diria um certo apresentador de um programa de TV, isso é um tapa na cara do povo!!! Ou como diria um outro: "Isso é uma vergonha!"

quinta-feira, julho 19, 2007

"Qüem-Qüem".

Esta é a outra caricatura com a qual eu participo do livro em homenagem ao Chico Anysio. O personagem "Qüem-Qüem".
Trata-se de um compêndio com 77 personagens criados pelo grande humorista e ator Chico Anysio, retratados por 40 dos principais cartunistas do país.


Imperdível! "É Mentira, Chico?" Editora Resultado.

Livraria Saraiva, R$79,00.

Com o mestre Chico Caruso

Flagrante ainda do lançamento do livro do Ziraldo em homenagem ao grande ator e humorista Chico Anysio!
Aí, na foto, com o mestre Chico Caruso.
Registro feito por meu amigo Zé Roberto.

Com os mestres!

O lançamento do livro com as caricas dos personagens do Chico Anysio aconteceu na Livraria Saraiva, dia 28 de junho, e contou com a presença de boa parte dos artistas envolvidos.

Aí no flagrante da noite de autógrafos, eu, ladeado pelos velhos mestres: Chico Anysio e Ziraldo.

Clicada do meu amigo Zé Roberto - Graúna. (http://www1.fotolog.com/zrgrauna/9573677).

Eu, no livro do Ziraldo!


O humor gráfico brasileiro está rindo à toa, e fez do Shopping Rio Sul o palco de um dos encontros mais interessantes do ano. Graças ao belo trabalho do jornalista Rick Goodwin, que atuou como curador e do projeto gráfico da competente Fernanda Precioso, o ótimo "É Mentira, Chico?" foi lançado, em forma de livro de arte, trazendo 192 páginas com os divertidos traços de alguns dos nossos melhores desenhistas. Participaram do livro os cartunistas Afonso Carlos, Amarildo, Amorim, Aroeira, Baptistão, Brito, Camilo Riani, Cau Gomes, Cárcamo, Cavalcante, Celso Mathias, Cesar Lobo, Chico Caruso, Cláudio, Dalcio, Érico Ayres, Fernandes, Ferreth, Fraga, Frata, Gil, Gilmar, Humberto, Ique, JR. Lopes, Kacio, Lan, Léo Martins, Lézio, Loredano, Lula, Manga, Mário Alberto, Monteiro, Nei Lima, Paffaro, Paixão, Paulo Branco, Paulo Caruso, Quinho, Ricardo Soares, Rossi, Ulisses, Xande e Ziraldo, que com talento e humor apurado foram os responsáveis pelas caricaturas que retrataram os geniais e inesquecíveis personagens criados pelo eclético Chico Anysio. O lançamento aconteceu na Livraria Saraiva, na quinta-feira, dia 28 de junho, e contou com a presença de boa parte dos artistas envolvidos. O livro terá o seu lançamento também, em São Paulo!

Aí está a capa do livro com uma carica que eu fiz do personagem "Meinha", com os devidos autógrafos do Chico e do Ziraldo.

domingo, julho 15, 2007

Ayrton Senna da Silva

Ayrton Senna da Silva (São Paulo, 21 de março de 1960Bolonha, 1 de maio de 1994) foi um piloto de automóveis brasileiro, vencedor por três vezes do campeonato mundial de Fórmula 1. É considerado um dos maiores nomes do esporte brasileiro e um dos mais importantes pilotos de automobilismo de todos os tempos.
Nascido na capital paulista, filho de um rico empresário brasileiro, logo interessou-se por automóveis. Incentivado pelo pai, um entusiasta das competições automobilísticas, ganhou o primeiro kart, feito pelo próprio pai (Sr. Milton), aos quatro anos de idade, que tinha um motor de picadeira. A habilidade do garoto na condução do novo brinquedo impressionou a família. Aos nove, já conduzia jipes pelas precárias estradas existentes no interior das propriedades do pai. Começou a competir oficialmente nas provas de kart aos treze anos. Em 1977, venceu o Campeonato Sul-Americano de Kart. Foi vice-campeão mundial da categoria, a única que não conseguiu o título máximo. Ayrton Senna da Silva foi detentor de um recorde impressionante que levou 10 anos para ser quebrado (poles), um paulistano de carisma e competência, deixou um grande legado para os brasileiros que vai além do exemplo como piloto. Idealizou o Instituto Ayrton Senna, instituição do terceiro setor atualmente dirigida pela irmã Viviane.

Lula e o Pan.

E então o Rio mostrou um grande espetáculo na abertura dos Jogos do Panamericano no Brasil, mas o que ninguém esperava era a vaia que o presidente Lula recebeu daquela enorme platéia e por isso foi descartada a sua declaração de abertura dos Jogos do Pan, sendo feita pelo reeleito presidente do COB(Comitê Olímpico Brasileiro), Carlos Arthur Nuzman.

terça-feira, junho 26, 2007

Gisele Bündchen

Gisele Caroline Nonnenmacher Bündchen (Horizontina, 20 de julho de 1980) é uma supermodelo brasileira. Já foi capa de milhares de revistas e outdoors e é garota-propaganda de mais de 20 produtos em todo o mundo. Foi declarada a modelo mais bem paga do mundo – um título que mantém há cinco anos – ganhando trinta milhões de dólares entre junho de 2005 e junho de 2006. Sua fortuna pessoal é avaliada em 150 milhões de dólares, aparecendo no Guiness Book como a modelo mais rica do mundo.

Biografia
Descendente de alemães, Gisele nasceu na região noroeste do Rio Grande do Sul, como filha de Valdir e Vânia Bündchen. Tem cinco irmãs, Raquel, Graziela, Gabriela, Rafaela e, sua irmã gêmea, Patrícia. Quando adolescente, tinha o sonho de se tornar uma jogadora de vôlei e até cogitou entrar para o time da Sogipa.
Sua carreira de modelo começou quando foi descoberta por Dilson Stein aos quatorze anos de idade em um restaurante da rede McDonald's de São Paulo, enquanto comia um Big Mac. Inicialmente, trabalhou para a agência de modelos Elite. Posteriormente, passou a ser representada pela IMG New York.
Gisele fez anúncios e fotografias para vários estúdios de moda, incluindo Valentino, Zara, Bulgari, Tommy Hilfiger, Chloe, Céline, Versace, Christian Dior, Michael Kors, Ralph Lauren, Victoria's Secret, e Dolce & Gabbana. Também apareceu nas capas de revistas como Allure, Marie Claire, Vogue EUA, Vogue Itália, Harper’s Bazaar, Arena, e Rolling Stone. Sua figura curvilínia fez com que a Vogue se referisse a seu trabalho como o "retorno da modelo sexy", já que ela parece ter marcado o fim de uma tendência de modelos muito magras, como Kate Moss.
Gisele recentemente ganhou o prêmio de "Modelo do Ano" e foi nomeada "A Garota Mais Bonita do Mundo" pela revista Rolling Stone. Gisele já teve piercing no umbigo, e tem uma estrela tatuada em seu pulso esquerdo e uma lua nova com duas estrelas no pé direito. Foi por muitos anos namorada de Leonardo DiCaprio.
Tem casas no distrito de Tribeca, em Manhattan e uma casa perto de Woodstock, Nova York.
Atualmente tenta diversificar sua atuação. Esteve no filme estadunidense Táxi, em O diabo veste Prada (2006) e, devido ao seu perfil global e aos seus interesses na indústria cinematográfica, é cogitada para outras atuações.
Em janeiro de 2007 a revista Forbes divulga a lista das 20 pessoas mais ricas da indústria do entretenimento e Gisele é a única brasileira incluída. Com uma fortuna estimada em US$ 70 milhões, é a 16ª colocada. Enquanto a maioria das top models mantém no máximo quatro contratos, Gisele conta com doze, aí incluídos gigantes da indústria da moda como Victoria's Secret e Dolce & Gabbana.

Jece Valadão

Jece Valadão, pseudônimo de Gecy Valadão, (Campos, 24 de julho de 1930São Paulo, 27 de novembro de 2006) foi um ator e diretor brasileiro.
Nascido em Murundu, distrito do município de Campos, na região norte do estado do Rio de Janeiro. Foi criado em Cachoeiro de Itapemirim, devido à transferência de seu pai, ferroviário, para a cidade.
Valadão construiu como ator uma imagem de homem rude e machão. Associou-se voluntariamente à palavra "cafajeste" no plano pessoal. Trabalhou em mais de cem filmes, como ator, diretor e produtor. Foi casado com a atriz Vera Gimenez, padrasto da apresentadora Luciana Gimenez e era pai do ator Marco Antônio Gimenez. Casou-se seis vezes e teve nove filhos. Em 1995, converteu-se ao protestantismo, chegando a se tornar pastor da sua igreja, a Assembléia de Deus.
Em 21 de novembro de 2006, Jece Valadão sentiu-se mal e foi internado na UTI do Hospital Panamericano, com insuficiência respiratória. E, às 17h20 do dia 27 de novembro veio a falecer.

Carreira artística
Valadão fez parte do elenco das primeiras montagens de Perdoa-me por me Traíres e Os Sete Gatinhos, ambas peças de Nelson Rodrigues — então seu cunhado - e que o considerava o ator perfeito para suas peças.
Nos anos 70, foi ator e sobretudo produtor de comédias e filmes policiais eróticos. Uma de suas últimas participações na televisão foi na série Filhos do Carnaval, onde interpretou um bicheiro dono de uma escola de samba. O papel de bicheiro também foi representado pelo ator nos filmes Boca de Ouro, Amei um Bicheiro e Deu Águia na Cabeça.
Após alguns anos sem representar, após a conversão em 1995, voltou para participar de O Cangaceiro (1997), Garrincha — Estrela Solitária (2003) e Em Nome de Jesus (2003). Na televisão, atuou com maior destaque na telenovela Transas e Caretas (1984), de Lauro César Muniz. Mais recentemente, fez participações especiais nos seriados Sob Nova Direção e A Diarista e nas telenovelas Bang Bang (Globo) e Cidadão Brasileiro (Record), além da série Filhos do Carnaval, transmitida pelo canal HBO, em 2006.
Gravou o documentário O Evangelho Segundo Jece Valadão, sobre a própria vida, em que disse ter-se arrependido por ter sido um pai ausente e em que conta como Jesus Cristo o salvou, tornou-se evangélico há dez anos.

"O Jece Valadão morreu dez anos atrás e eu renasci espiritualmente", definiu ele certa vez.

terça-feira, junho 12, 2007

Eu, por Chico Caruso.

Esta minha caricatura foi feita pelo colega Chico Caruso, quando de um evento no SENAC de Copacabana, onde eu trabalhava. Após o evento saímos em grupo para um papo regado a chopinhos. Eu saquei de um livro do mestre Chico e pedí-lhe que o autografasse. Prontamente ele sacou de sua caneta esferográfica e começou a me desenhar, no que eu também fiz o mesmo num duelo de traços.
Quando entreguei-lhe a carica que fiz, ele olhou e disse que estava muito parecida... com o irmão dele, o Paulo Caruso!

sexta-feira, junho 01, 2007

Chico Buarque

Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944) é um músico, cantor, compositor, teatrólogo e escritor brasileiro.
Filho de Sérgio Buarque de Holanda, um importante historiador e jornalista brasileiro, e de Maria Amélia Cesário Alvim.
Foi casado com a atriz Marieta Severo com quem teve três filhas: Sílvia, que é atriz, Helena, casada com o percussionista Carlinhos Brown e Luísa. É irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina.
Nascido numa família ilustre, conheceu Vinicius de Moraes e Paulo Vanzolini dentre outros, antes de iniciar sua carreira, pois eles visitavam com frequência seus pais em sua casa na Itália.
Participou nos festivais da MPB nos anos 60.
No início da carreira conheceu Elis Regina, que havia ganhado o Festival de Música Popular Brasileira de 1965 com a canção Arrastão; mas a cantora acabou desistindo de gravá-lo devido à impaciência com a timidez do compositor. Chico Buarque se revelou ao público brasileiro quando ganhou o mesmo Festival, no ano seguinte (1966), patrocinado pela TV Record, com A Banda, interpretada por Nara Leão (empatou em primeiro lugar com Disparada, de Geraldo Vandré).
No festival de 1967 faria sucesso também com Roda Viva, interpretada por ele e pelo grupo MPB-4 -- amigos e intérpretes de muitas de suas canções. Em 1968 voltou a vencer outro Festival, o III Festival Internacional da Canção da TV Globo. Como compositor, em parceira com Tom Jobim, com a canção Sabiá. Mas desta vez a vitória foi contestada pelo público, que preferiu a canção que ficou em segundo lugar: Pra não dizer que não falei de flores, de Geraldo Vandré.
Estilo musical
A participação no Festival, com A Banda, marcou a primeira aparição pública de grande repercussão apresentando um estilo amparado no movimento musical urbano carioca da Bossa nova, surgido em 1957. Ao longo da carreira, o samba e a MPB também seriam estilos amplamente explorados.