quinta-feira, setembro 04, 2008

Detalhe...

Este é apenas um detalhe de uma tela a qual eu me permiti e dei o nome de "As primárias", onde eu brinco repetindo a mesma imagem três vezes, usando as cores primárias em cada uma delas: Azul, Vermelho e Amarela.

Da série surreal...

Óleo sobre cartão. Ainda na minha coleção particular.

sábado, agosto 30, 2008

Mais uma tela da série...

Detalhe que eu aproveitei do desenho de uma das telas pintadas.
Ainda se encontra no meu atelier.

Mais outra tela da série...

Esta é uma das últimas telas dessa série surreal.
Ainda encontra-se em meu atelier.

Mais outra tela da série...

Tela em óleo sobre tela, que ainda continua no meu atelier.

Mais uma tela da série...

Mais uma outra tela que já foi vendida...

Mais uma tela da série...

Mais outra tela que foi vendida...

Mais outra tela da série...

Mais uma tela que já foi vendida...

Mais uma tela da série...

Óleo sobre tela. Mais uma tela que foi vendida!

Mais uma tela da série...

Com esta tela eu quis fazer uma homenagem à minha querida
cidade maravilhosa, apesar dos pesares...
Felizmente esta tela ainda encontra-se na minha coleção.

Mais outra tela da série...

Esta pintura em óleo sobre tela foi vendida.
É chato ter que vender um trabalho
que a gente curte muito, mas é a lei da "selva"...

sexta-feira, agosto 29, 2008

Mais outra da série...

Mais pintura a óleo sobre tela, da série. Eu não gosto muito de dar um título aos meus trabalhos, mas como em algumas exposiçãoes exigem... Mas eu prefiro que as pessoas façam a sua "viagem" interpretando o que elas próprias acham. Uma obra aberta, digamos assim.

Mais uma da série...

Óleo sobre sobre tela.
Mais um trabalho que foi vendido...

Outra tela da série...

Óleo sobre tela.

...Da série surreal...

Mais outra da série pintada à óleo sobre madeirite.
Esta tela foi doada ao designer Hans Donner quando de sua visita ao meu atelier.
Ele me disse que achava a figura parecida com uma atriz que
fez parte de uma das aberturas no Fantástico, que ele criou e dirigiu.

Mais outra tela da série...

Esta é a segunda pintura da série surreal, com figuras femininas.
Ainda encontra-se no meu ateliê.

terça-feira, agosto 26, 2008

Série pinturas surreais.

Esta foi a primeira tela da série de pinturas surreais, com óleo sobre tela.Infelizmente já foi vendida para um colecionador!
Esta série de telas com trabalhos surreais foi produzida entre os anos 80 e 90 e eu participei de várias exposições com elas.

quinta-feira, agosto 21, 2008

Seres na Barca.

Mais um desenho da série "Seres na Barca".

sábado, agosto 16, 2008

Dorival Caymmi

Dorival Caymmi (Salvador, 30 de abril de 1914 — Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2008) foi um cantor, compositor, pintor e ator brasileiro. Compôs sobre os hábitos, costumes e as tradições do povo baiano. Tendo como forte influência a música negra, desenvolveu um estilo pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica. Morreu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em casa, às seis horas da manhã, por conta de insuficiência renal e falência múltipla dos orgãos. Estava doente desde 2007, permanecendo em internação domiciliar desde dezembro.
Poeta popular, compôs obras como Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem, Rosa Morena. Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos os seus três filhos são também cantores: Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.

Biografia

Caymmi era descendente de italianos pelo lado paterno, as gerações da Bahia começaram com o seu bisavô, que chegou ao Brasil para trabalhar no reparo do Elevador Lacerda e cujo nome era grafado Caimmi. Ainda criança, iniciou sua atividade como músico, ouvindo parentes ao piano. Seu pai era funcionário público e músico amador, tocava, além de piano, violão e bandolim. A mãe, dona de casa, cantava apenas no lar. Ouvindo o fonógrafo e depois a vitrola, cresceu sua vontade de compor. Cantava, ainda menino, em um coro de igreja, como baixo-cantante. Com treze anos, interrompe os estudos e começa a trabalhar em uma redação de jornal O Imparcial, como auxiliar. Com o fechamento do jornal, em 1929, torna-se vendedor de bebidas.
Em 1930 escreveu sua primeira música: 'No Sertão", e aos vinte anos estreou como cantor e violonista em programas da Rádio Clube da Bahia. Já em 1935, passou a apresentar o musical Caymmi e Suas Canções Praieiras. Com 22 anos, venceu, como compositor, o concurso de músicas de carnaval com o samba A Bahia tambem dá.

Gilberto Martins, um diretor da Rádio Clube da Bahia, o incitiva a seguir uma carreira no sul do país. Em abril de 1938, aos 23 anos, Dorival, viaja de ita (navio que cruza o norte até o sul do Brasil) para cidade do Rio de Janeiro, para conseguir um emprego como jornalista e realizar o curso preparatório de Direito. Com a ajuda de parentes e amigos, fez alguns pequenos trabalhos na imprensa, exercendo a profissão no jornal Diários Associados, ainda assim, continuava a compor e a cantar. Conheceu, nessa época, Carlos Lacerda e Samuel Wainer.
Foi apresentado ao diretor da Rádio Tupi, e, em 24 de junho de 1938, estreou na rádio cantando duas composições, embora ainda sem contrato. Saiu-se bem como calouro e iniciou a cantar dois dias por semana, além de participar do programa Dragão da Rua Larga. Neste programa, interpretou O Que é Que a Baiana Tem, composta em 1938. Com a canção, fez com que Carmen Miranda tivesse uma carreira no exterior, a partir do filme Banana da Terra, de 1938.

Sua obra invoca principalmente a tragédia de negros e pescadores da Bahia: O Mar, História de Pescadores, É Doce Morrer no Mar, A Jangada Voltou Só, Canoeiro, Pescaria, entre outras.
Filho de santo de Mãe Menininha do Gantois, para quem escreveu em 1972 a canção em sua homenagem: "Oração de Mãe Menininha", gravado por grandes nomes como Gal Costa e Maria Bethânia.

Nas composições de Caymmi, a Bahia surge como um local exótico com um discurso típico que estabelecera-se nas primeiras décadas do século XX. Referências à cultura africana, à comida, às danças, à roupa, e, principalmente à religião. Com a Primeira Guerra Mundial, um lundu de autoria anônima, com o nome de "A Farofa", trata não tão somente do conflito como também de dendê e vatapá, na canção "O Vatapá". O compositor José Luís de Moraes, chamado Caninha, utilizou, ainda em 1921, o vocábulo balangandã, no samba "Quem vem atrás fecha a porta". A culinária baiana foi consagrada no maxixe "Cristo nasceu na Bahia", lançado em 1926.

No final da década de 1920, é associado à Bahia a mulher que ginga, rebola, requebra, remexe e mexe as cadeiras quando está sambando, o que supreende na linguística, tendo em vista que o autor não era nativo do Brasil. O primeiro grande sucesso O que é que a baiana tem? cantada por Carmen Miranda em 1939 não só marca o começo da carreira internacional da Pequena Notável vestida de baiana, mas influenciou também a música popular dentro do Brasil, tornou-se conhecida a ponto de ser imitada e parodiada, como no chorinho "O que é que tem a baiana" de Pedro Caetano e Joel de Almeida ou na canção "A baiana diz que tem" de Raul Torres.
Apesar das produções anteriores, as composições de Caymmi são as mais lembradas sobre a cultura baiana.

domingo, agosto 10, 2008

Gilberto Gil, o cantor!

Esta é uma antiga caricatura do Gilberto Gil, feita em óleo sobre tela.

Com o mestre.

Com o mestre Rui de Oliveira durante a sua palestra e lançamento do seu livro "Pelos Jardins de Boboli", reflexões sobre a arte de ilustrar livros para crianças e jovens.

Trio Calafrio

Com um dos mestres da ilustração, Nilton Ramalho e com o colega André Flauzino, durante uma palestra com o grande Rui de Oliveira.

sexta-feira, agosto 08, 2008

Seres na Barca

Esse é um dos poucos desenhos que fiz na nova embarcação que faz a trajeto Rio-Niterói, pela Baía de Guanabara. Devido aos encostos altos dos assentos e ao espaço menos arejado, fica um tanto difícil desenhar as pessoas sem que elas ou outros à volta percebam.

terça-feira, agosto 05, 2008

Seres na Barca

Este é um dos últimos desenhos feitos na antiga barca da travessia da Baía de Guanabara. É um dos que mais gosto também.

Seres na Barca

Mais um desenho da série...

Seres na Barca

Mais outro desenho da série.
Em vários desses desenhos os "modelos" estavam na proa da embarcação. Por esse motivo, foram desenhados de costas.
Hoje é raro poder fazer um desenho desses, pois eu tenho viajado numa embarcação que tem um desenho mais moderno e é mais rápida na travessia da Baía de Guanabara. E com isso ficou mais difícil desenhar as pessoas, pois a poltrona tem o espaldar muito alto em relação às barcas antigas que tem o espaldar bem baixo, que facilitava ver melhor as "vítimas" e até mesmo escolher que eu poderia desenhar.

Seres na Barca

Mais um desenho da série...
Só pra registrar: todos os desenhos foram feitos
com uma caneta esferográfica preta.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Seres na Barca

Mais outro desenho da série...

Seres na Barca

Mais um desenho da série...

Seres na Barca

Mais outro desenho da série...

Seres na Barca

Mais outro desenho da série...

Seres na Barca

Mais outro desenho da série...

domingo, agosto 03, 2008

Seres na Barca

Mais um outro desenho sempre feito com a caneta esferográfica, para a série "Seres na Barca".

Seres na Barca

Mais outro desenho da série "Seres na Barca".

sábado, agosto 02, 2008

Seres na Barca

Mais um da série "Seres na Barca".

Seres na Barca

Da série "Seres na Barca".

Seres na Barca

Mais outro desenho da série "SERES NA BARCA". Eu costumo chamar o meu livrinho com esses desenhos de livro de apontamentos. Tem alguns colegas que preferem o pomposo nome em inglês de "Sketchbook". Bem, gosto não se discute...

Seres na Barca

Mais um desenho da série "Seres na Barca".

Seres na Barca

Mais outro desenho dos "Seres na Barca".

Seres na Barca

Mais outro desenho da série "Seres na Barca".

Seres na Barca

Mais um desenho da série "Seres na Barca", com caneta esferográfica.

Seres na Barca

Mais outro desenho da série "Seres na Barca".

Seres na Barca

Mais um desenho da série "Seres na Barca", nos idos anos 90.

Seres na Barca

Mais um desenho da série "Seres na Barca". Todos esses desenhos foram feitos com caneta esferográfica preta. Obviamente que os retratados sequer sabiam que estavam sendo desenhados. Cada desenho levava cerca de quatro a cinco minutos, já que as pessoas não posavam pra mim, eu tinha que ser muito rápido. Eu fazia as marcações principais e só depois é que partia para a finalização de sombras e texturas.

Seres na Barca

Este desenho faz parte de uma série sobre as pessoas que eu retratei durante a minha travessia de barca pela Baía de Guanabara, nos idos anos 90, quando eu lecionava no Senac de Niterói. Enquanto fazia essa travessia diária, durante o percurso de ida e volta eu produzi uma série de desenhos que denominei "Seres na Barca". É o que eu quero compartilhar com as pessoas que me visitam neste blog. Espero que curtam!

quinta-feira, julho 17, 2008

Jackson Antunes

Jackson Antunes, nascido em Janaúba em 28 de agosto de 1960, é um ator muito parecido e apelidado de Charles Bronson brasileiro, pela sua grande semelhança com o ator norte-americano.
Jackson também é cantor de música sertaneja de raiz e contador de "causos".

Trabalhos na relevisão:
2008 - A Favorita.... Leo
2007 - Duas Caras .... Ministro da Educação
2007 - Amazônia, de Galvez a Chico Mendes (minissérie) .... Bastião
2006 - Sinhá Moça .... delegado Antero
2004 - A Escrava Isaura .... Miguel
2003 - Celebridade .... Fragoso
2002 - Esperança .... Zangão 2001 - A Padroeira .... Atanásio
2000 - Aquarela do Brasil (minissérie) .... major Walter
1999 - Terra Nostra .... Antenor 1998 - Labirinto (minissérie) .... Teodoro
1998 - Pecado Capital .... Marciano 1997 - Anjo Mau .... Fred
1996 - O Rei do Gado .... Regino
1995 - Irmãos Coragem .... delegado Diogo Falcão
1994 - Memorial de Maria Moura (minissérie) .... Valentim
1993 - Renascer .... Damião

Trabalhos no cinema:
2005 - Confronto Final
2005 - Tapete Vermelho 2005 - Vinho de Rosas
2005 - 2 Filhos de Francisco
2005 - Eliana em O Segredo dos Golfinhos

sábado, março 08, 2008

MV BILL

MV Bill é um cantor de rap brasileiro nascido em Cidade de Deus, Rio de Janeiro. Não informa seu nome verdadeiro, embora use o pseudônimo Alex Pereira Barbosa como nome alternativo.
Biografia:
O músico participou da coletânea Tiro Inicial, que revelou novos talentos do rap brasileiro tais como Gabriel, o Pensador, em 1993, ainda como integrante de um grupo.
Antes de se decidir pelo rap, Bill chegou a cantar um samba-enredo composto por seu pai na quadra de uma escola de samba. Mais tarde adotou a alcunha de MV (Mensageiro da Verdade) Bill.
Com letras marcadas pela denúncia social, lançou em 1998 o disco CDD Mandando Fechado pelo selo Zâmbia, relançado pela Natasha Records/BMG um ano depois com o título Traficando Informação. Ainda em 1999 participou do Free Jazz Festival, evento praticamente sem tradição com artistas de rap brasileiro da periferia, sem apoio da grande mídia. No concerto, MV Bill se apresentou com uma arma na cintura, que mais tarde afirmou ser de brinquedo.
Entre suas atitudes consideradas "extravagantes" estão o fato de só dar entrevistas na Cidade de Deus e de usar o pseudônimo Alex Pereira Barbosa como nome alternativo. Ficou ainda mais conhecido em 2000, ao estrelar uma campanha publicitária de televisão contra o vandalismo em telefones públicos.
Em 2001, ganhou o prêmio de Melhor Videoclipe de Rap por "Soldado do Morro" no Video Music Brasil. No ano seguinte, lançou o álbum Declaração de Guerra.
Ele é o autor, junto com Celso Athayde, do famoso livro e documentário Falcão - Meninos do Tráfico. O documentário é o mais famoso de sua carreira. Ele conta a história de dezessete meninos envolvidos com o tráfico de drogas e suas vidas em diversas favelas; dos dezessete, apenas um sobreviveu. O sucesso do livro resultou no álbum Falcão, O Bagulho é Doido lançado em 2006.
Como escritor, é autor também do livro Cabeça de Porco, lançado em 2005 e co-escrito por Celso Athayde e Luiz Eduardo Soares.
MV Bill também foi um dos fundadores da Central Única de Favelas, a CUFA, que é responsável por várias atividades sócio-educativas realizadas em várias favelas, entre elas a Liga Brasileira de Basquete de Rua.
O artista foi entrevistado na edição de maio de 2006 da revista Playboy. Em julho do 2007, participou da edição brasileira do Live Earth, realizada na Praia de Copacabana.

Discografia
Ábuns:
Traficando Informação (1998, Natasha Records/BMG) "Introdução" "Traficando Informação" "Um Crioulo Com Uma Arma na Mão" "Marquinhos Cabeção" "A Noite" "De Homem pra Homem" "Como Sobreviver na Favela" "Soldado do Morro" "Contraste Social" "Pare de Babar" "Atitude Errada" "Sem Esquecer das Favelas" "Marquinhos Cabeção [Remix]" Declaração de Guerra (2002, Natasha Records/BMG) "Soldado Morto" "Emiví" "Só Deus Pode Me Julgar" "Cidadão Comum Refém" "Camisa de Força" "Só Se For D" "Dizem Que Sou Louco" "Mina de Fé" "3 da Madruga" "Inconstitucionalíssimamente" "Marginal Menestrel" "Testemunha" "Fé Em Deus" "Declaração de Guerra" Falcão, O Bagulho é Doido (2006, Chapa Preta/Universal Music) "Falcão" "O Bagulho é Doido" "Falso Profeta (Para de Cao)" "Junto e Misturado" "Enquanto Eu Posso" "E Nós e a Gente" "O Preto em Movimento" "Sei Quem Sou" "Estilo Vagabundo" "Minha Flecha na Sua Mira (Me Leva)" "Gente Estranha" "Manifesto do Gueto" "Língua de Tamandua" (com Caetano Veloso) "Aqui Tem Voz" "Não Acredito" "9 da Manhã"

Videografia
Vídeos musicais:

"Três da Madrugada" "À Noite" "Traficando Informação" "Só Deus Pode Me Julgar" "Língua de Tamanduá" "Preto em Movimento.

quarta-feira, março 05, 2008

Antonio Fagundes

Antônio José da Silva Fagundes Filho, nasceu no Rio de Janeiro, 18 de abril de 1949.
É um ator brasileiro, consagrado depois de várias atuações no teatro, cinema e televisão.

Com apenas 14 anos de idade Antônio Fagundes pisou no palco pela primeira vez. Foi na peça "A ceia dos Cardeais", de Júlio Dantas , montada pelo Grêmio do Colégio Rio Branco, onde estudava. Na escola, Fagundes aprendeu muito mais do que as matérias normais do currículo de qualquer estudante. Aprendeu que havia nascido para os palcos.

Atuou por vários anos como protagonista da série Carga Pesada, de 2003 a 2007.
Atualmente retornou a novela das 21hs, como Juvenal Antena, na novela de Aguinaldo Silva, Duas Caras.

Em 1966, Fagundes foi fazer teatro infantil no Arena. Talento descoberto, passou para o núcleo 2 do Arena, criado por Augusto Boal, uma "preparação" para a profissionalização, que não demorou muito pra Chegar.
No Arena, entre rompimentos e voltas estreou dezenas de espetáculos, como "A resistível ascensão de Arturo Ui". Fora do grupo, fez também outros trabalhos, como a antológica montagem de "Hair".

Arranjou tempo para gravar o primeiro disco de sua carreira. Em "Tributo a João Pacífico", Fagundes faz uma homenagem ao compositor caipira.

Atuou por vários anos como protagonista da série Carga Pesada ao lado de Stênio Garcia, 2003 a 2007.
Atualmente encarna o personagem Juvenal Antena, na novela das 21h Duas Caras, de Aguinaldo Silva.

Na televisão
2007 - Duas Caras .... Juvenal Antena 2005 - Mad Maria .... ministro J. de Castro (minissérie) 2003 a 2007 - Carga Pesada .... Pedro 2002 - Esperança .... Giuliano 2002 - Vale Todo .... Salvador (Telemundo) 2001 - Porto dos Milagres .... Félix Guerrero / Bartolomeu Guerrero 1999 - Terra Nostra .... Gumercindo 1998 - Labirinto .... Ricardo Velasco (minissérie) 1997 - Por Amor .... Atílio 1996 - O Rei do Gado .... Bruno Mezenga / Antônio Mezenga 1995 - A Próxima Vítima .... Astrogildo (participação especial) 1994 - A Viagem .... Otávio César Jordão 1993 - Renascer .... José Inocêncio 1991 - O Dono do Mundo .... Felipe Barreto 1991 - Mundo da Lua .... Rogério Silva e Silva (TV Cultura) 1990 - Rainha da Sucata .... Caio Szimanski 1988 - Vale Tudo .... Ivan Meireles 1984 - Corpo a Corpo .... Osmar 1983 - Champagne .... João Maria 1983 - Louco Amor .... Jorge Augusto 1982 - Avenida Paulista .... Alexandre Torres (minissérie) 1981 - Amizade Colorida .... Edu 1979 a 1981 - Carga Pesada .... Pedro 1978 - Dancin' Days .... Cacá 1977 - Nina - Bruno 1976 - Saramandaia .... Lua Viana 1974 - O Machão .... Petruchio (TV Tupi) 1973 - Mulheres de areia .... Alaor (TV Tupi) 1972 - A revolta dos anjos .... Vítor (TV Tupi) 1972 - Bel-Ami .... Cadu (TV Tupi) 1969 - Nenhum Homem é Deus .... Netinho (TV Tupi)

No teatro
2005 - As Mulheres da Minha Vida. Em 2002, estreiou a peça "Sete Minutos", de sua autoria, em turnê pelo Brasil. 2005 - As Mulheres da Minha Vida. 1986 - Xandu Quaresma. 1986 - Nostradamus. 1983 - Morte acidental de um anarquista.
Em Últimas Luas, peça de Furio Bordon, ele interpretou um hoeme de 70 anos.

No cinema
2005 - A marcha dos pingüins (dublagem) 2005 - Achados e perdidos 2004 - A dona da história 2003 - Sete Minutos 2003 - Deus É Brasileiro 2000 - O Grinch (dublagem) 2000 - Bossa nova 2000 - Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão 1999 - No Coração dos Deuses 1999 - O Tronco 1999 - Paixão Perdida 1996 - Doces Poderes 1995 - Fica Comigo 1992 - Beijo 2348/72 1989 - O Corpo 1987 - Eternamente Pagu 1987 - A Dama do Cine Shanghai 1987 - Leila Diniz 1986 - Besame mucho 1986 - Anjos da noite 1985 - Jogo duro 1983 - A Próxima Vítima 1982 - Tchau, amor 1982 - As Aventuras de Mário Fofoca 1982 - Das Tripas Coração 1982 - Carícias Eróticas 1981 - Pra Frente, Brasil 1980 - Os Sete Gatinhos 1979 - O Menino Arco-Íris 1979 - Gaijin – Os Caminhos da Liberdade 1978 - A Noite dos Duros 1978 - Doramundo 1976 - Elas São do Baralho 1975 - A Noite das Fêmeas 1975 - Eu faço... Elas Sentem 1969 - A Compadecida 1967 - Sandra, Sandra (inacabado)

Prêmios
2001 - Prêmio Qualidade Brasil, RJ - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 2001 - Prêmio Qualidade Brasil, SP - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 2001 - Melhores do Ano, Domingão do Faustão - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 2001 - Prêmio Contigo! - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 1999 - Prêmio da Casa da Cultura de Roma, teatro 1999 - Prêmio Qualidade Brasil, melhor ator de teatro e televisão pelo conjunto de trabalhos. 1999 - Troféu APCA, melhor ator de teatro por Últimas Luas. 1997 - Prêmio Contigo! - melhor ator de televisão por Por Amor'. 1993 - Troféu APCA, melhor ator de televisão por Renascer. 1993 - Troféu Imprensa, melhor ator de televisão por Renascer. 1992 - Festival Internacional del Cine (Cartagena de las Indias), melhor ator de cinema por O Corpo. 1991 - Troféu Imprensa, melhor ator de televisão por O Dono do Mundo. 1988 - Rio Cine Festival, melhor ator (cinema) por A Dama do Cine Shanghai 1988 - Prêmio Molière, melhor ator de teatro por Fragmentos de um Discurso Amoroso. 1985 - Prêmio Molière, melhor ator de teatro por Cyrano de Bergerac.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Caco Ciocler

Carlos Alberto Ciocler, conhecido como Caco Ciocler, nasceu em São Paulo em 27 de setembro de 1971, é um ator brasileiro, de origem judaica.
É um ator muito requisitado e alcançou o auge do sucesso e do reconhecimento popular com a telenovela América, onde viveu o intelectual Ed Talbot que se apaixona por Sol, a protagonista da trama. Foi destaque também na telenovela Páginas da Vida, vivendo o indeciso fotógrafo Renato.
Iniciou sua carreira de ator fazendo teatro amador e começou a atuar na televisão em 1995. No cinema possui alguns grandes sucessos, entre eles o filme Olga. Possui em sua carreira vários personagens com o nome de "Miguel", seja no teatro ou na televisão.
É formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), e cursou engenharia química na Escola Politécnica quando o teatro era apenas um hobby.

Televisão
2007
- Duas Caras .... Claudius. 2006 - Páginas da Vida .... Renato. 2006 - JK .... Leonardo Faria. 2005 - América .... Ed (Edward Talbot). 2003 - Chocolate com Pimenta .... Miguel/Martim. 2002 - O Quinto dos Infernos .... Dom Miguel. 2001 - Um Anjo Caiu do Céu .... Davi. 2000 - Esplendor .... Lázaro. 2000 - A Muralha .... Bento Coutinho. 1998 - Pecado Capital .... Rodrigo. 1998 - Corpo Dourado .... Padre Estevão (participação especial). 1997 - O Amor Está no Ar .... Davi. 1996 - O Rei do Gado .... Jeremias Berdinazzi.

Cinema
2007
- Inesquecível. 2005 - Quanto Vale ou É por Quilo? 2004 - Quase Dois Irmãos. 2004 - Olga ... Luís Carlos Prestes. 2004 - Sexo, Amor e Traição .... Miguel. 2003 - Desmundo. 2002 - Lara. 2002 - A Paixão de Jacobina. 2002 - Avassaladoras. 2001 - Bicho de Sete Cabeças. 2001 - Minha vida em suas mãos. 2001 - O xangô de Baker Street. 1999 - Caminho dos Sonhos.

Premiação
2 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Ator Coadjuvante, por "Bicho de Sete Cabeças" (2001) e "Desmundo" (2003).
Indicação ao Prêmio BR de Cinema como ator coadjuvante no filme o "Bicho de Sete Cabeças", em 2001; Prêmio Qualidade Brasil como melhor ator na peça Rei Lear, em 2000; Prêmio APC como ator revelação pela atuação em O Rei do Gado, em 1995.

sexta-feira, janeiro 04, 2008

Victor Hugo

Victor Hugo, filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em 26 de fevereiro de 1802 em Besançon no Doubs, mas passou a infância em Paris. Foi um escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.

Estadias em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte anos.
Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Victor Hugo tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua idéia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia".
Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apóia a candidatura do "príncipe Louis-Napoléon".

Exílio em Jersey (1853-55)
Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu").

A morte da sua filha, Leopoldina, deixou-o a tal ponto desamparado que se deixa tentar, na sua lembrança, por experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".

O enterro de Victor Hugo, em 1885.
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.
Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.

Discursos:
Victor Hugo pronunciou durante a sua carreira política quatro grandes discursos:
um sobre a defesa do litoral;
um sobre a condição feminina;
um sobre o ensino religioso;
uma argumentação contra a pena de morte.

Títulos no original francês Desenho de Victor Hugo:

Odes et Poésies Diverses (1822) - Nouvelles Odes (1824) - Bug-Jargal (1826) - Odes et Ballades (1826) - Cromwell (1827) - Les Orientales (1829) - Le Dernier jour d'un condamné (1829) - Hernani (1830) - Notre-Dame de Paris Nossa Senhora de Paris (1831) - Marion Delorme (1831) - Les Feuilles d'automne Le Roi s'amuse (1832) - Lucrèce Borgia (1833) - Marie Tudor (1833) Étude sur Mirabeau (1834) - Littérature et philosophie mêlées (1834) - Claude Gueux (1834) - Angelo (1835) - Les Chants du crépuscule (1835) - Les Voix intérieures (1837) - Ruy Blas (1838) - Les Rayons et les ombres (1840) - Le Rhin (1842) - Les Burgraves (1843) - Napoléon le Petit (1852) - Les Châtiments (1853) - Lettres à Louis Bonaparte (1855) - Les Contemplations (1856) - La Légende des siècles (1859) - Les Misérables (1862) - William Shakespeare (1864) - Les Chansons des rues et des bois (1865) - Les Travailleurs de la Mer (1866) - Paris-Guide (1867) - L'Homme qui rit (1869) - L'Année terrible (1872) - Quatrevingt-treize (1874) - Mes Fils (1874) - Actes et paroles - Avant l'exil (1875) - Actes et paroles - Pendant l'exil (1875) - Actes et paroles - Depuis l'exil (1876) - La Légende des Siècles 2e série (1877) - L'Art d'être grand-père (1877) - Histoire d'un crime - 1re partie (1877) - Histoire d'un crime - 2e partie (1878) - Le Pape (1878) - Religions et religion (1880) - L'Âne (1880) - Les Quatre vents de l'esprit (1881) - Torquemada (1882) - La Légende des siècles - Tome III (1883) - L'Archipel de la Manche (1883) - Œuvres posthumes Théâtre en liberté (1886) - La fin de Satan (1886) - Choses vues - 1re série (1887) - Toute la lyre (1888) - Alpes et Pyrénées (1890) - Dieu (1891) - France et Belgique (1892) - Toute la lyre - nouvelle série (1893) - Correspondances - Tome I (1896) - Correspondances - Tome II (1898) - Les années funestes (1898) - Choses vues - 2e série (1900) - Post-scriptum de ma vie (1901) - Dernière Gerbe (1902) - Mille francs de récompense (1934) - Océan. Tas de pierres (1942) - Pierres (1951) - Mélancholia