sábado, agosto 30, 2008
Mais uma tela da série...
cidade maravilhosa, apesar dos pesares...
Felizmente esta tela ainda encontra-se na minha coleção.
Mais outra tela da série...
É chato ter que vender um trabalho
que a gente curte muito, mas é a lei da "selva"...
sexta-feira, agosto 29, 2008
Mais outra da série...
...Da série surreal...
Esta tela foi doada ao designer Hans Donner quando de sua visita ao meu atelier.
Ele me disse que achava a figura parecida com uma atriz que
fez parte de uma das aberturas no Fantástico, que ele criou e dirigiu.
terça-feira, agosto 26, 2008
Série pinturas surreais.
quinta-feira, agosto 21, 2008
sábado, agosto 16, 2008
Dorival Caymmi
Dorival Caymmi (Salvador, 30 de abril de 1914 — Rio de Janeiro, 16 de agosto de 2008) foi um cantor, compositor, pintor e ator brasileiro. Compôs sobre os hábitos, costumes e as tradições do povo baiano. Tendo como forte influência a música negra, desenvolveu um estilo pessoal de compor e cantar, demonstrando espontaneidade nos versos, sensualidade e riqueza melódica. Morreu em 16 de agosto de 2008, aos 94 anos, em casa, às seis horas da manhã, por conta de insuficiência renal e falência múltipla dos orgãos. Estava doente desde 2007, permanecendo em internação domiciliar desde dezembro.Poeta popular, compôs obras como Marina, Modinha para Gabriela, Maracangalha, Saudade de Itapuã, O Dengo que a Nega Tem, Rosa Morena. Filho de Durval Henrique Caymmi e Aurelina Soares Caymmi, era casado com Adelaide Tostes, a cantora Stella Maris. Todos os seus três filhos são também cantores: Dori Caymmi, Danilo Caymmi e Nana Caymmi.
Biografia
Caymmi era descendente de italianos pelo lado paterno, as gerações da Bahia começaram com o seu bisavô, que chegou ao Brasil para trabalhar no reparo do Elevador Lacerda e cujo nome era grafado Caimmi. Ainda criança, iniciou sua atividade como músico, ouvindo parentes ao piano. Seu pai era funcionário público e músico amador, tocava, além de piano, violão e bandolim. A mãe, dona de casa, cantava apenas no lar. Ouvindo o fonógrafo e depois a vitrola, cresceu sua vontade de compor. Cantava, ainda menino, em um coro de igreja, como baixo-cantante. Com treze anos, interrompe os estudos e começa a trabalhar em uma redação de jornal O Imparcial, como auxiliar. Com o fechamento do jornal, em 1929, torna-se vendedor de bebidas.
Em 1930 escreveu sua primeira música: 'No Sertão", e aos vinte anos estreou como cantor e violonista em programas da Rádio Clube da Bahia. Já em 1935, passou a apresentar o musical Caymmi e Suas Canções Praieiras. Com 22 anos, venceu, como compositor, o concurso de músicas de carnaval com o samba A Bahia tambem dá.
Em 1930 escreveu sua primeira música: 'No Sertão", e aos vinte anos estreou como cantor e violonista em programas da Rádio Clube da Bahia. Já em 1935, passou a apresentar o musical Caymmi e Suas Canções Praieiras. Com 22 anos, venceu, como compositor, o concurso de músicas de carnaval com o samba A Bahia tambem dá.
Gilberto Martins, um diretor da Rádio Clube da Bahia, o incitiva a seguir uma carreira no sul do país. Em abril de 1938, aos 23 anos, Dorival, viaja de ita (navio que cruza o norte até o sul do Brasil) para cidade do Rio de Janeiro, para conseguir um emprego como jornalista e realizar o curso preparatório de Direito. Com a ajuda de parentes e amigos, fez alguns pequenos trabalhos na imprensa, exercendo a profissão no jornal Diários Associados, ainda assim, continuava a compor e a cantar. Conheceu, nessa época, Carlos Lacerda e Samuel Wainer.
Foi apresentado ao diretor da Rádio Tupi, e, em 24 de junho de 1938, estreou na rádio cantando duas composições, embora ainda sem contrato. Saiu-se bem como calouro e iniciou a cantar dois dias por semana, além de participar do programa Dragão da Rua Larga. Neste programa, interpretou O Que é Que a Baiana Tem, composta em 1938. Com a canção, fez com que Carmen Miranda tivesse uma carreira no exterior, a partir do filme Banana da Terra, de 1938.
Sua obra invoca principalmente a tragédia de negros e pescadores da Bahia: O Mar, História de Pescadores, É Doce Morrer no Mar, A Jangada Voltou Só, Canoeiro, Pescaria, entre outras.
Filho de santo de Mãe Menininha do Gantois, para quem escreveu em 1972 a canção em sua homenagem: "Oração de Mãe Menininha", gravado por grandes nomes como Gal Costa e Maria Bethânia.
Filho de santo de Mãe Menininha do Gantois, para quem escreveu em 1972 a canção em sua homenagem: "Oração de Mãe Menininha", gravado por grandes nomes como Gal Costa e Maria Bethânia.
Nas composições de Caymmi, a Bahia surge como um local exótico com um discurso típico que estabelecera-se nas primeiras décadas do século XX. Referências à cultura africana, à comida, às danças, à roupa, e, principalmente à religião. Com a Primeira Guerra Mundial, um lundu de autoria anônima, com o nome de "A Farofa", trata não tão somente do conflito como também de dendê e vatapá, na canção "O Vatapá". O compositor José Luís de Moraes, chamado Caninha, utilizou, ainda em 1921, o vocábulo balangandã, no samba "Quem vem atrás fecha a porta". A culinária baiana foi consagrada no maxixe "Cristo nasceu na Bahia", lançado em 1926.
No final da década de 1920, é associado à Bahia a mulher que ginga, rebola, requebra, remexe e mexe as cadeiras quando está sambando, o que supreende na linguística, tendo em vista que o autor não era nativo do Brasil. O primeiro grande sucesso O que é que a baiana tem? cantada por Carmen Miranda em 1939 não só marca o começo da carreira internacional da Pequena Notável vestida de baiana, mas influenciou também a música popular dentro do Brasil, tornou-se conhecida a ponto de ser imitada e parodiada, como no chorinho "O que é que tem a baiana" de Pedro Caetano e Joel de Almeida ou na canção "A baiana diz que tem" de Raul Torres.
Apesar das produções anteriores, as composições de Caymmi são as mais lembradas sobre a cultura baiana.
domingo, agosto 10, 2008
Com o mestre.
Trio Calafrio
sexta-feira, agosto 08, 2008
Seres na Barca
terça-feira, agosto 05, 2008
Seres na Barca
Seres na Barca
Mais outro desenho da série.Em vários desses desenhos os "modelos" estavam na proa da embarcação. Por esse motivo, foram desenhados de costas.
Hoje é raro poder fazer um desenho desses, pois eu tenho viajado numa embarcação que tem um desenho mais moderno e é mais rápida na travessia da Baía de Guanabara. E com isso ficou mais difícil desenhar as pessoas, pois a poltrona tem o espaldar muito alto em relação às barcas antigas que tem o espaldar bem baixo, que facilitava ver melhor as "vítimas" e até mesmo escolher que eu poderia desenhar.
segunda-feira, agosto 04, 2008
domingo, agosto 03, 2008
sábado, agosto 02, 2008
Seres na Barca
Seres na Barca
Mais um desenho da série "Seres na Barca". Todos esses desenhos foram feitos com caneta esferográfica preta. Obviamente que os retratados sequer sabiam que estavam sendo desenhados. Cada desenho levava cerca de quatro a cinco minutos, já que as pessoas não posavam pra mim, eu tinha que ser muito rápido. Eu fazia as marcações principais e só depois é que partia para a finalização de sombras e texturas.Seres na Barca
Este desenho faz parte de uma série sobre as pessoas que eu retratei durante a minha travessia de barca pela Baía de Guanabara, nos idos anos 90, quando eu lecionava no Senac de Niterói. Enquanto fazia essa travessia diária, durante o percurso de ida e volta eu produzi uma série de desenhos que denominei "Seres na Barca". É o que eu quero compartilhar com as pessoas que me visitam neste blog. Espero que curtam!quinta-feira, julho 17, 2008
Jackson Antunes
Jackson Antunes, nascido em Janaúba em 28 de agosto de 1960, é um ator muito parecido e apelidado de Charles Bronson brasileiro, pela sua grande semelhança com o ator norte-americano.Jackson também é cantor de música sertaneja de raiz e contador de "causos".
Trabalhos na relevisão:
2008 - A Favorita.... Leo
2007 - Duas Caras .... Ministro da Educação
2007 - Amazônia, de Galvez a Chico Mendes (minissérie) .... Bastião
2006 - Sinhá Moça .... delegado Antero
2004 - A Escrava Isaura .... Miguel
2003 - Celebridade .... Fragoso
2002 - Esperança .... Zangão 2001 - A Padroeira .... Atanásio
2000 - Aquarela do Brasil (minissérie) .... major Walter
1999 - Terra Nostra .... Antenor 1998 - Labirinto (minissérie) .... Teodoro
1998 - Pecado Capital .... Marciano 1997 - Anjo Mau .... Fred
1996 - O Rei do Gado .... Regino
1995 - Irmãos Coragem .... delegado Diogo Falcão
1994 - Memorial de Maria Moura (minissérie) .... Valentim
1993 - Renascer .... Damião
Trabalhos no cinema:
2005 - Confronto Final
2005 - Tapete Vermelho 2005 - Vinho de Rosas
2005 - 2 Filhos de Francisco
2005 - Eliana em O Segredo dos Golfinhos
sábado, março 08, 2008
MV BILL
MV Bill é um cantor de rap brasileiro nascido em Cidade de Deus, Rio de Janeiro. Não informa seu nome verdadeiro, embora use o pseudônimo Alex Pereira Barbosa como nome alternativo.Biografia:
O músico participou da coletânea Tiro Inicial, que revelou novos talentos do rap brasileiro tais como Gabriel, o Pensador, em 1993, ainda como integrante de um grupo.
Antes de se decidir pelo rap, Bill chegou a cantar um samba-enredo composto por seu pai na quadra de uma escola de samba. Mais tarde adotou a alcunha de MV (Mensageiro da Verdade) Bill.
Com letras marcadas pela denúncia social, lançou em 1998 o disco CDD Mandando Fechado pelo selo Zâmbia, relançado pela Natasha Records/BMG um ano depois com o título Traficando Informação. Ainda em 1999 participou do Free Jazz Festival, evento praticamente sem tradição com artistas de rap brasileiro da periferia, sem apoio da grande mídia. No concerto, MV Bill se apresentou com uma arma na cintura, que mais tarde afirmou ser de brinquedo.
Entre suas atitudes consideradas "extravagantes" estão o fato de só dar entrevistas na Cidade de Deus e de usar o pseudônimo Alex Pereira Barbosa como nome alternativo. Ficou ainda mais conhecido em 2000, ao estrelar uma campanha publicitária de televisão contra o vandalismo em telefones públicos.
Em 2001, ganhou o prêmio de Melhor Videoclipe de Rap por "Soldado do Morro" no Video Music Brasil. No ano seguinte, lançou o álbum Declaração de Guerra.
Ele é o autor, junto com Celso Athayde, do famoso livro e documentário Falcão - Meninos do Tráfico. O documentário é o mais famoso de sua carreira. Ele conta a história de dezessete meninos envolvidos com o tráfico de drogas e suas vidas em diversas favelas; dos dezessete, apenas um sobreviveu. O sucesso do livro resultou no álbum Falcão, O Bagulho é Doido lançado em 2006.
Como escritor, é autor também do livro Cabeça de Porco, lançado em 2005 e co-escrito por Celso Athayde e Luiz Eduardo Soares.
MV Bill também foi um dos fundadores da Central Única de Favelas, a CUFA, que é responsável por várias atividades sócio-educativas realizadas em várias favelas, entre elas a Liga Brasileira de Basquete de Rua.
O artista foi entrevistado na edição de maio de 2006 da revista Playboy. Em julho do 2007, participou da edição brasileira do Live Earth, realizada na Praia de Copacabana.
Discografia
Ábuns:
Traficando Informação (1998, Natasha Records/BMG) "Introdução" "Traficando Informação" "Um Crioulo Com Uma Arma na Mão" "Marquinhos Cabeção" "A Noite" "De Homem pra Homem" "Como Sobreviver na Favela" "Soldado do Morro" "Contraste Social" "Pare de Babar" "Atitude Errada" "Sem Esquecer das Favelas" "Marquinhos Cabeção [Remix]" Declaração de Guerra (2002, Natasha Records/BMG) "Soldado Morto" "Emiví" "Só Deus Pode Me Julgar" "Cidadão Comum Refém" "Camisa de Força" "Só Se For D" "Dizem Que Sou Louco" "Mina de Fé" "3 da Madruga" "Inconstitucionalíssimamente" "Marginal Menestrel" "Testemunha" "Fé Em Deus" "Declaração de Guerra" Falcão, O Bagulho é Doido (2006, Chapa Preta/Universal Music) "Falcão" "O Bagulho é Doido" "Falso Profeta (Para de Cao)" "Junto e Misturado" "Enquanto Eu Posso" "E Nós e a Gente" "O Preto em Movimento" "Sei Quem Sou" "Estilo Vagabundo" "Minha Flecha na Sua Mira (Me Leva)" "Gente Estranha" "Manifesto do Gueto" "Língua de Tamandua" (com Caetano Veloso) "Aqui Tem Voz" "Não Acredito" "9 da Manhã"
Videografia
Vídeos musicais:
"Três da Madrugada" "À Noite" "Traficando Informação" "Só Deus Pode Me Julgar" "Língua de Tamanduá" "Preto em Movimento.
quarta-feira, março 05, 2008
Antonio Fagundes
Antônio José da Silva Fagundes Filho, nasceu no Rio de Janeiro, 18 de abril de 1949.É um ator brasileiro, consagrado depois de várias atuações no teatro, cinema e televisão.
Com apenas 14 anos de idade Antônio Fagundes pisou no palco pela primeira vez. Foi na peça "A ceia dos Cardeais", de Júlio Dantas , montada pelo Grêmio do Colégio Rio Branco, onde estudava. Na escola, Fagundes aprendeu muito mais do que as matérias normais do currículo de qualquer estudante. Aprendeu que havia nascido para os palcos.
Atuou por vários anos como protagonista da série Carga Pesada, de 2003 a 2007.
Atualmente retornou a novela das 21hs, como Juvenal Antena, na novela de Aguinaldo Silva, Duas Caras.
Em 1966, Fagundes foi fazer teatro infantil no Arena. Talento descoberto, passou para o núcleo 2 do Arena, criado por Augusto Boal, uma "preparação" para a profissionalização, que não demorou muito pra Chegar.
No Arena, entre rompimentos e voltas estreou dezenas de espetáculos, como "A resistível ascensão de Arturo Ui". Fora do grupo, fez também outros trabalhos, como a antológica montagem de "Hair".
Arranjou tempo para gravar o primeiro disco de sua carreira. Em "Tributo a João Pacífico", Fagundes faz uma homenagem ao compositor caipira.
Atuou por vários anos como protagonista da série Carga Pesada ao lado de Stênio Garcia, 2003 a 2007.
Atualmente encarna o personagem Juvenal Antena, na novela das 21h Duas Caras, de Aguinaldo Silva.
Na televisão
2007 - Duas Caras .... Juvenal Antena 2005 - Mad Maria .... ministro J. de Castro (minissérie) 2003 a 2007 - Carga Pesada .... Pedro 2002 - Esperança .... Giuliano 2002 - Vale Todo .... Salvador (Telemundo) 2001 - Porto dos Milagres .... Félix Guerrero / Bartolomeu Guerrero 1999 - Terra Nostra .... Gumercindo 1998 - Labirinto .... Ricardo Velasco (minissérie) 1997 - Por Amor .... Atílio 1996 - O Rei do Gado .... Bruno Mezenga / Antônio Mezenga 1995 - A Próxima Vítima .... Astrogildo (participação especial) 1994 - A Viagem .... Otávio César Jordão 1993 - Renascer .... José Inocêncio 1991 - O Dono do Mundo .... Felipe Barreto 1991 - Mundo da Lua .... Rogério Silva e Silva (TV Cultura) 1990 - Rainha da Sucata .... Caio Szimanski 1988 - Vale Tudo .... Ivan Meireles 1984 - Corpo a Corpo .... Osmar 1983 - Champagne .... João Maria 1983 - Louco Amor .... Jorge Augusto 1982 - Avenida Paulista .... Alexandre Torres (minissérie) 1981 - Amizade Colorida .... Edu 1979 a 1981 - Carga Pesada .... Pedro 1978 - Dancin' Days .... Cacá 1977 - Nina - Bruno 1976 - Saramandaia .... Lua Viana 1974 - O Machão .... Petruchio (TV Tupi) 1973 - Mulheres de areia .... Alaor (TV Tupi) 1972 - A revolta dos anjos .... Vítor (TV Tupi) 1972 - Bel-Ami .... Cadu (TV Tupi) 1969 - Nenhum Homem é Deus .... Netinho (TV Tupi)
No teatro
2005 - As Mulheres da Minha Vida. Em 2002, estreiou a peça "Sete Minutos", de sua autoria, em turnê pelo Brasil. 2005 - As Mulheres da Minha Vida. 1986 - Xandu Quaresma. 1986 - Nostradamus. 1983 - Morte acidental de um anarquista.
Em Últimas Luas, peça de Furio Bordon, ele interpretou um hoeme de 70 anos.
No cinema
2005 - A marcha dos pingüins (dublagem) 2005 - Achados e perdidos 2004 - A dona da história 2003 - Sete Minutos 2003 - Deus É Brasileiro 2000 - O Grinch (dublagem) 2000 - Bossa nova 2000 - Villa-Lobos - Uma Vida de Paixão 1999 - No Coração dos Deuses 1999 - O Tronco 1999 - Paixão Perdida 1996 - Doces Poderes 1995 - Fica Comigo 1992 - Beijo 2348/72 1989 - O Corpo 1987 - Eternamente Pagu 1987 - A Dama do Cine Shanghai 1987 - Leila Diniz 1986 - Besame mucho 1986 - Anjos da noite 1985 - Jogo duro 1983 - A Próxima Vítima 1982 - Tchau, amor 1982 - As Aventuras de Mário Fofoca 1982 - Das Tripas Coração 1982 - Carícias Eróticas 1981 - Pra Frente, Brasil 1980 - Os Sete Gatinhos 1979 - O Menino Arco-Íris 1979 - Gaijin – Os Caminhos da Liberdade 1978 - A Noite dos Duros 1978 - Doramundo 1976 - Elas São do Baralho 1975 - A Noite das Fêmeas 1975 - Eu faço... Elas Sentem 1969 - A Compadecida 1967 - Sandra, Sandra (inacabado)
Prêmios
2001 - Prêmio Qualidade Brasil, RJ - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 2001 - Prêmio Qualidade Brasil, SP - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 2001 - Melhores do Ano, Domingão do Faustão - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 2001 - Prêmio Contigo! - melhor ator de televisão por Porto dos Milagres. 1999 - Prêmio da Casa da Cultura de Roma, teatro 1999 - Prêmio Qualidade Brasil, melhor ator de teatro e televisão pelo conjunto de trabalhos. 1999 - Troféu APCA, melhor ator de teatro por Últimas Luas. 1997 - Prêmio Contigo! - melhor ator de televisão por Por Amor'. 1993 - Troféu APCA, melhor ator de televisão por Renascer. 1993 - Troféu Imprensa, melhor ator de televisão por Renascer. 1992 - Festival Internacional del Cine (Cartagena de las Indias), melhor ator de cinema por O Corpo. 1991 - Troféu Imprensa, melhor ator de televisão por O Dono do Mundo. 1988 - Rio Cine Festival, melhor ator (cinema) por A Dama do Cine Shanghai 1988 - Prêmio Molière, melhor ator de teatro por Fragmentos de um Discurso Amoroso. 1985 - Prêmio Molière, melhor ator de teatro por Cyrano de Bergerac.
sexta-feira, janeiro 11, 2008
Caco Ciocler
Carlos Alberto Ciocler, conhecido como Caco Ciocler, nasceu em São Paulo em 27 de setembro de 1971, é um ator brasileiro, de origem judaica.É um ator muito requisitado e alcançou o auge do sucesso e do reconhecimento popular com a telenovela América, onde viveu o intelectual Ed Talbot que se apaixona por Sol, a protagonista da trama. Foi destaque também na telenovela Páginas da Vida, vivendo o indeciso fotógrafo Renato.
Iniciou sua carreira de ator fazendo teatro amador e começou a atuar na televisão em 1995. No cinema possui alguns grandes sucessos, entre eles o filme Olga. Possui em sua carreira vários personagens com o nome de "Miguel", seja no teatro ou na televisão.
É formado pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (USP), e cursou engenharia química na Escola Politécnica quando o teatro era apenas um hobby.
Televisão
2007 - Duas Caras .... Claudius. 2006 - Páginas da Vida .... Renato. 2006 - JK .... Leonardo Faria. 2005 - América .... Ed (Edward Talbot). 2003 - Chocolate com Pimenta .... Miguel/Martim. 2002 - O Quinto dos Infernos .... Dom Miguel. 2001 - Um Anjo Caiu do Céu .... Davi. 2000 - Esplendor .... Lázaro. 2000 - A Muralha .... Bento Coutinho. 1998 - Pecado Capital .... Rodrigo. 1998 - Corpo Dourado .... Padre Estevão (participação especial). 1997 - O Amor Está no Ar .... Davi. 1996 - O Rei do Gado .... Jeremias Berdinazzi.
Cinema
2007 - Inesquecível. 2005 - Quanto Vale ou É por Quilo? 2004 - Quase Dois Irmãos. 2004 - Olga ... Luís Carlos Prestes. 2004 - Sexo, Amor e Traição .... Miguel. 2003 - Desmundo. 2002 - Lara. 2002 - A Paixão de Jacobina. 2002 - Avassaladoras. 2001 - Bicho de Sete Cabeças. 2001 - Minha vida em suas mãos. 2001 - O xangô de Baker Street. 1999 - Caminho dos Sonhos.
Premiação
2 indicações ao Grande Prêmio Cinema Brasil de Melhor Ator Coadjuvante, por "Bicho de Sete Cabeças" (2001) e "Desmundo" (2003).
Indicação ao Prêmio BR de Cinema como ator coadjuvante no filme o "Bicho de Sete Cabeças", em 2001; Prêmio Qualidade Brasil como melhor ator na peça Rei Lear, em 2000; Prêmio APC como ator revelação pela atuação em O Rei do Gado, em 1995.
sexta-feira, janeiro 04, 2008
Victor Hugo
Victor Hugo, filho de Joseph Hugo e de Sophie Trébuchet, nasceu em 26 de fevereiro de 1802 em Besançon no Doubs, mas passou a infância em Paris. Foi um escritor e poeta francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.Estadias em Nápoles e na Espanha acabaram por influenciar profundamente sua obra. Funda com os seus irmãos em 1819 uma revista, o Conservateur littéraire (Conservador literário), que já chama a atenção para o seu talento. No mesmo ano, ganha o concurso da Académie des Jeux Floraux.
O seu primeiro recolhimento de poemas, Odes, é publicado em 1822: tem então vinte anos.
Com Cromwell, publicado em 1827, alcança o sucesso. No prefácio deste drama em versos, que não foi encenado enquanto esteve vivo, opõe-se às convenções clássicas, em especial à unidade de tempo e à unidade de lugar.
Victor Hugo tem, até uma idade avançada, diversas amantes, sendo a mais famosa Juliette Drouet, atriz sem talento que lhe dedica a sua vida, e a quem ele escreve numerosos poemas. Ambos passavam juntos o aniversário do seu encontro e preenchiam, nesta ocasião, ano após ano, um caderno comum que nomeavam o Livro do aniversário.
Criado por sua mãe no espírito da monarquia, acaba por se convencer, pouco a pouco, do interesse da democracia ("Cresci", escreve num poema onde se justifica). A sua idéia é que "onde o conhecimento está apenas num homem, a monarquia se impõe." "Onde está num grupo de homens, deve fazer lugar à aristocracia. E quando todos têm acesso às luzes do saber, então vem o tempo da democracia".
Tendo se tornado favorável a uma democracia liberal e humanitária, é eleito deputado da Segunda República em 1848, e apóia a candidatura do "príncipe Louis-Napoléon".
Exílio em Jersey (1853-55)
Exila-se após o golpe de Estado de 2 de Dezembro de 1851, que condena vigorosamente por razões morais em "Histoire d'un crime".
Durante o Segundo Império, em oposição a Napoléon III, vive em exílio em Jersey, Guernsey e Bruxelas. É um dos únicos proscritos a recusar a anistia decidida algum tempo depois: « Et s'il n'en reste qu'un, je serai celui-là » ("e se sobra apenas um, serei eu").
A morte da sua filha, Leopoldina, deixou-o a tal ponto desamparado que se deixa tentar, na sua lembrança, por experiências espíritas relatadas numa obra diferente nomeada "Les tables tournantes de Jersey".
O enterro de Victor Hugo, em 1885.
De acordo com seu último desejo, seu corpo é depositado em um caixão humilde que é enterrado no Panthéon.
Tendo ficado vários dias exposto sob o Arco do Triunfo, estima-se que 1 milhão de pessoas vieram lhe prestar uma última homenagem.
Discursos:
Victor Hugo pronunciou durante a sua carreira política quatro grandes discursos:
um sobre a defesa do litoral;
um sobre a condição feminina;
um sobre o ensino religioso;
uma argumentação contra a pena de morte.
Títulos no original francês Desenho de Victor Hugo:
Odes et Poésies Diverses (1822) - Nouvelles Odes (1824) - Bug-Jargal (1826) - Odes et Ballades (1826) - Cromwell (1827) - Les Orientales (1829) - Le Dernier jour d'un condamné (1829) - Hernani (1830) - Notre-Dame de Paris Nossa Senhora de Paris (1831) - Marion Delorme (1831) - Les Feuilles d'automne Le Roi s'amuse (1832) - Lucrèce Borgia (1833) - Marie Tudor (1833) Étude sur Mirabeau (1834) - Littérature et philosophie mêlées (1834) - Claude Gueux (1834) - Angelo (1835) - Les Chants du crépuscule (1835) - Les Voix intérieures (1837) - Ruy Blas (1838) - Les Rayons et les ombres (1840) - Le Rhin (1842) - Les Burgraves (1843) - Napoléon le Petit (1852) - Les Châtiments (1853) - Lettres à Louis Bonaparte (1855) - Les Contemplations (1856) - La Légende des siècles (1859) - Les Misérables (1862) - William Shakespeare (1864) - Les Chansons des rues et des bois (1865) - Les Travailleurs de la Mer (1866) - Paris-Guide (1867) - L'Homme qui rit (1869) - L'Année terrible (1872) - Quatrevingt-treize (1874) - Mes Fils (1874) - Actes et paroles - Avant l'exil (1875) - Actes et paroles - Pendant l'exil (1875) - Actes et paroles - Depuis l'exil (1876) - La Légende des Siècles 2e série (1877) - L'Art d'être grand-père (1877) - Histoire d'un crime - 1re partie (1877) - Histoire d'un crime - 2e partie (1878) - Le Pape (1878) - Religions et religion (1880) - L'Âne (1880) - Les Quatre vents de l'esprit (1881) - Torquemada (1882) - La Légende des siècles - Tome III (1883) - L'Archipel de la Manche (1883) - Œuvres posthumes Théâtre en liberté (1886) - La fin de Satan (1886) - Choses vues - 1re série (1887) - Toute la lyre (1888) - Alpes et Pyrénées (1890) - Dieu (1891) - France et Belgique (1892) - Toute la lyre - nouvelle série (1893) - Correspondances - Tome I (1896) - Correspondances - Tome II (1898) - Les années funestes (1898) - Choses vues - 2e série (1900) - Post-scriptum de ma vie (1901) - Dernière Gerbe (1902) - Mille francs de récompense (1934) - Océan. Tas de pierres (1942) - Pierres (1951) - Mélancholia
terça-feira, dezembro 18, 2007
Flávio Migliaccio
Flavio Migliaccio nasceu em São Paulo no dia 15 de outubro de 1934 é ator, diretor e roteirista e além disso tudo aí, ele é um excelente cartunista!É muito conhecido pelo seu papel de Xerife na série de TV brasileira Shazam, Xerife & Cia. e pelo papel de Tio Maneco, na série exibida pela TVE. Começou atuando em peças de teatro na periferia de São Paulo, onde logo descobriu a sua veia cômica.
É irmão da também atriz e comediante Dirce Migliaccio.
Teledramaturgia
2007 - Sete Pecados como Nino 2006 - Sítio do Picapau Amarelo como Eremita 2005 - América como médium espírita Velmiro (participação especial) 2004 - Clara e o chuveiro do tempo (especial) como Vô Teodoro 2004 - Senhora do Destino como Jacques Pedreira 2002 - Pastores da Noite como Alonso 2001 - As Filhas da Mãe como Barnabé 1999 - Vila Madalena como Ângelo 1999 - Chiquinha Gonzaga (minissérie) como Vagalume 1998 - Torre de babel como Caju 1998 - Era uma Vez como Xerife 1997 - O Amor Está no Ar como Peninha 1996 - Quem é você? como Seu Jacinto 1995 - Engraçadinha... seus amores e seus pecados (minissérie) como Piragibe Sandini 1995 - A Próxima Vítima como Vitinho Giovanni 1994 - Incidente em Antares (minissérie) como padre Gerônico 1992 - Perigosas Peruas como Venâncio 1991 - O Sorriso do Lagarto (minissérie) 1990 - Rainha da Sucata como Moreiras 1989 - O Salvador da Pátria como Nilo 1983 - Parabéns pra Você como Valdir 1980 - Chega Mais 1979 - Pai Herói como Genésio 1977 - O Astro como Neco 1976 - Duas Vidas como Túlio 1976 - O Casarão como Coringa 1975 - O Grito como Osvaldo 1974 - Corrida do Ouro como Sérgio 1972 - Shazam, Xerife & Cia. (seriado) como Xerife 1972 - O Primeiro Amor como Xerife
Filmografia
Boleiros 2 - vencedores e vencidos
Boleiros - era uma vez o futebol...
Menino Maluquinho II - A aventura
Roberto Carlos a 300 km por hora
Todas as mulheres do mundo
O donzelo
Os machões
O Homem Que Comprou O Mundo
Pobre príncipe encantado
A hora e vez de Augusto Matraga
Terra em Transe
Jorge Benjor
Jorge Duílio Lima Meneses nasceu no Rio de Janeiro, 22 de março de 1942, conhecido como Jorge Ben e atualmente Jorge Ben Jor é um guitarrista, cantor e compositor popular brasileiro.Seu estilo característico inclui o samba, funk, rock, pop, maracatu, bossa nova, rap e samba-rock com letras que misturam humor e sátira. Inclui muitas vezes temas esotéricos nas suas canções.
A música de Jorge Ben tem uma importância única na música brasileira por incorporar elementos novos no suíngue e na maneira de tocar violão, trazendo muito do soul e funk norte-americanos e ainda com influências árabes e africanas, que vieram através de sua mãe, nascida na Etiópia.
Suas levadas vocais e instrumentais influenciaram muito o sambalanço e fizeram escola, arregimentando uma legião não só de admiradores como também de imitadores.
Foi regravado e homenageado por inúmeros expoentes das novas gerações, como Mundo Livre S/A (em "Samba Esquema Noise") e Belô Velloso ("Amante Amado").
História
Carioca de Madureira, mas criado no Catumbi, Jorge Ben queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo. Mas acabou seguindo o caminho da música, presente em sua vida desde criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro de igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock'n'roll.
Seu ritmo híbrido lhe trouxe alguns problemas no início, quando a música brasileira estava dividida entre a Jovem Guarda e o samba tradicional, de letras engajadas.
Ao passar a ter interesse pela música, o artista vivenciou uma época na qual a Bossa Nova predominava no mundo. A exemplo da maioria dos músicos de então, ele foi inicialmente influenciado por João Gilberto, mas desde o início foi bastante inovador.
O início com "Mas Que Nada"
No início da anos 60 apresentou-se no "Beco das Garrafas", que se tornou um dos redutos da
Bossa Nova. Em 1963, ele subiu no palco e cantou "Mas Que Nada" para uma pequena platéia, que incluía um executivo da gravadora Philips. Dois meses depois, era lançado o primeiro compacto de Jorge Ben, que inclui ainda "Por Causa de Você, Menina". No mesmo ano lançou o primeiro LP, "Samba Esquema Novo", acompanhado pelo conjunto Meireles e os Copa Cinco.
"Mas que Nada" foi seu primeiro grande sucesso no Brasil e também é uma das canções em língua portuguesa mais executadas nos Estados Unidos até hoje, na versão do pianista brasileiro Sérgio Mendes com o grupo de rap norte-americano Black Eyed Peas. E também foi uma das poucas a obterem êxito neste país (como "Garota de Ipanema"), tendo ainda sido regravada por artistas como Ella Fitzgerald, Dizzie Gilespie, Al Jarreau, Herb Alpert, José Feliciano e Trini Lopez. Outras composições como "Zazueira" e "Nena Naná" fizeram relativo sucesso no país.
Era de Festivais e fase esotérica-experimental
Em 1968, Jorge Ben quando foi convidado para o programa "Divino, Maravilhoso" que Caetano Veloso e Gilberto Gil faziam na Tupi. Ele também participou d"O Fino da Bossa" (comandado por Elis Regina) e do "Jovem Guarda" (de Roberto Carlos).
Nesta época, Jorge Ben obteve enorme sucesso com "Cadê Teresa", "País Tropical", "Que Pena" e "Que Maravilha", além de concorrer com "Charles, Anjo 45" no Festival Internacional da Canção, da TV Globo, em 1969.
Na década de 1970, venceria este festival com "Fio Maravilha", interpretado por Maria Alcina. "País Tropical" também teve êxito, na voz de Wilson Simonal.
Ainda nos anos 70, Jorge Ben lançou álbuns mais esotéricos e experimentais, como "A Tábua de Esmeralda" (1974), "Solta O Pavão" (1975) e "África Brasil" (1976).
Embora não obtivessem sucesso comercial, estes álbuns são considerados clássicos da música brasileira.
Mudança de nome e fase "pop"
Na década seguinte, Jorge Ben dedicou-se a divulgar suas músicas no exterior. Em 1989, ele mudou o nome artístico de "Jorge Ben" para "Jorge Benjor", logo depois alterado para "Jorge Ben Jor". Na época, foi dito que a mudança teria sido provocada pela numerologia, mas o mais plausível é que tenha ocorrido para evitar confusões com o músico americano George Benson - Jorge Ben estava começando a se tornar muito conhecido nos Estados Unidos na época.
Nesta nova fase, sua música tornou-se mais pop, ainda que com estilo suingue.
Sua música "W/Brasil (Chama o Síndico)", lançada em 1990, estourou nas pistas de dança em 1991 e 1992, tornando-se uma verdadeira febre na época. A canção é também uma homenagem ao cantor Tim Maia.
Em 2004, Jorge Ben Jor lançou "Reactivus Amor Est - Turba Philosophorum", primeiro álbum com canções inéditas desde 1995.
Ainda na ativa, seus shows costumam durar cerca de três horas, para platéias formadas principalmente por jovens.
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Camila Pitanga
Camila Manhães Sampaio, mais conhecida como Camila Pitanga, nasceu no Rio de Janeiro, 14 de junho de 1977, é atriz e modelo.Na telenovela Paraíso Tropical, Camila fez um grande sucesso e fez uma das personagens mais populares da televisão brasileira, a prostituta Bebel.
Vida familiar
É filha dos atores Vera Manhães e Antônio Pitanga e irmã do também ator Rocco Pitanga. Camila é, desde 1999, casada com o diretor de arte Cláudio Amaral Peixoto, de quem está gravida.
Em 1984, aos seis anos de idade, foi figurante no filme Quilombo, de Cacá Diegues.
Ainda muito jovem, começou carreira de modelo e foi angeliquete, uma das assistentes de palco da apresentadora Angélica no Clube da Criança da extinta TV Manchete.
Estreou como atriz de televisão na telenovela Fera Ferida (1993) e, no cinema, com Super Colosso (199
Carreira artistica
No cinema
2007 - Saneamento Básico, o Filme .... Silene 2007 - Noel - Poeta da Vila .... Ceci 2006 - Mulheres do Brasil .... Esmeralda 2005 - O Signo do Caos 2005 - Sal de Prata .... Cassandra 2004 - Redentor .... Soninha 2004 - Bendito Fruto .... Choquita 2004 - O Preço da Paz .... Anésia 2003 - Bala Perdida (curta-metragem) 2001 - Atlantis - O Reino Perdido .... Kida (dublagem) 2001 - Caramuru - A Invenção do Brasil .... Paraguaçu 1995 - Super Colosso 1984 - Quilombo.
Telenovelas, séries e minisséries
2007 - Paraíso Tropical .... Bebel (Francisbel dos Santos) 2005 - Quem Vai Ficar com Mário? 2005 - Belíssima .... Mônica Santana 2003 - Mulheres Apaixonadas .... Luciana Ribeiro Alves 2002 - Pastores da Noite .... Marialva 2001 - Porto dos Milagres .... Esmeralda 2000 - Garotas do Programa 2000 - A Invenção do Brasil .... Paraguaçu 1998 - Pecado Capital .... Ritinha 1997 - Malhação .... Alex 1995 - A Próxima Vítima .... Patrícia Noronha 1993 - Fera Ferida .... Teresinha Fronteira 1993 - Sex Appeal .... Vilma
Sônia Braga
Sônia Maria Campos Braga nasceu em Maringá, a data de seu nascimento exato é um mistério. Certas fontes dizem que ela nasceu no dia 8 de Junho de 1950, outras, dia 16 de Junho de 1950.Sônia Braga é sinônimo de mulher brasileira. Morena, sedutora e fatal, é uma das atrizes mais queridas do país, e uma das que mais sucesso fazem no exterior.
Ajudando sua mãe, Zezé, na infância (o pai morreu quando ela era criança), em uma padaria no Belenzinho, bairro de São Paulo, teve uma infância difícil.
Estreou na carreira artística aos 18 anos, particpando da peça teatral Hair, da qual foi a grande estrela. No cinema protagonizou importantes filmes, como Dona Flor e Seus Dois Maridos, Eu Te Amo e A Dama do Lotação. Na televisão, um de seus primeiros trabalhos foi na versão brasileira do programa educativo infantil Vila Sésamo (Sesame Street), em que interpretava a professora Ana Maria, mas seus maiores sucessos foram as telenovelas Gabriela e Dancin' Days.
A partir de 1985 foi viver nos Estados Unidos da América onde atuou em filmes e programas de televisão, tendo participado da famosa série norte-americana Sex and the City.
Após vinte anos vivendo no exterior, em 2006, Sônia regressou ao Brasil para participar de uma telenovela inteira, Páginas da Vida, de Manoel Carlos, onde interpretou uma escultora internacionalmente reconhecida. Sua última participação completa fora em 1980, em Chega Mais. Depois disso, ela participou dos primeiros quinze capítulos da telenovela de época Força de um Desejo, em 1999.
Caetano Veloso compôs duas canções inspiradas em Sônia Braga, que são Tigresa, sucesso na voz de Gal Costa, e Trem das Cores.
Atualmente (2007), interpreta o Alice Monteiro em Donas de Casa Desesperadas, versão brasileira de Desperate Housewives.
Carreira artística:
No cinema
2005 – Baila Comigo (EUA) 2004 – The Bride of the Sea (EUA) 2003 – Scene Stealers (EUA) 2003 – Testosterone (EUA) 2002 – Império (EUA) 2001 – Memórias Póstumas 2001 – Perfume (EUA) 2001 – Olhar de Anjo (EUA) 2001 – The Judge (TV - EUA) 2000 – Um Drink no Inferno 3 (EUA) 1997 – Os Jogadores (TV - EUA) 1996 – Tieta do Agreste 1995 – Morte Dupla (EUA) 1994 – Amazônia em Chamas (TV - EUA) 1993 – A Volta (EUA) 1991 – A Última Prostituta (TV - EUA) 1990 – Rookie, um Profissional do Perigo (EUA) 1988 – Rebelião em Milagro (EUA) 1988 – Luar sobre Parador (EUA) 1987 – Mil Elos - O Preço da Liberdade (TV - EUA) 1985 – O Beijo da Mulher Aranha 1983 – Gabriela 1981 – Eu Te Amo 1978 – A Dama do Lotação 1976 – Dona Flor e Seus Dois Maridos 1975 – O Casal 1973 – Mestiça, a Escrava Indomável 1971 – O Capitão Bandeira contra o Doutor Moura Brazil 1970 – Cléo e Daniel 1970 – A Moreninha 1968 – O Bandido da Luz Vermelha.
Na televisão
2007 – Donas de Casa Desesperadas .... Alice Monteiro (série) 2006 – Páginas da Vida .... Tônia (Antônia) Werneck 1999 – Força de um Desejo .... Helena Sobral (Baronessa de Ouro Verde) 1980 – Chega Mais .... Gelly 1978 – Dancin' Days - Júlia Matos 1977 – Espelho Mágico .... Cynthia (Jacinta) Levi (Camila) 1976 – Saramandaia .... Marcina 1975 – Gabriela .... Gabriela 1974 – Fogo sobre Terra .... Brisa 1972 – Selva de Pedra .... Flávia 1970 – Irmãos Coragem .... Lídia Siqueira.
Prêmios de Sônia Braga:
Emmy1995
Indicada ao prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme de TV ‘’Amazônia em Chamas’’
Globo de Ouro1995
Indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante por filmes de TV ou minissérie por ‘’Amazônia em Chamas’’1989
Indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme ‘’Luar Sobre Parador’’1986
Indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante pelo filme ‘’O Beijo da Mulher Aranha’’
domingo, dezembro 16, 2007
OSCAR NIEMEYER - 100 anos.
Oscar Niemeyer Soares Filho nasceu no Rio de Janeiro, em 1907.Considerado o mais importante arquiteto brasileiro deste século em função da quantidade e qualidade de obras construídas, iniciou sua carreira no escritório de Lúcio Costa, em 1934, quando se graduou na Escola Nacional de Belas Artes.
A partir do instante em que substituiu Costa na coordenação do grupo que desenvolveu os estudos de Le Corbusier para o edifício-sede do Ministério da Educação e Saúde, no Rio de Janeiro, Niemeyer desempenhou o papel principal na corrente modernista que privilegiava a expressão plástica. Em 1947, o edifício-sede da Unesco, nos Estados Unidos, proporciona mais uma vez a Niemeyer a oportunidade de dividir com Le Corbusier o projeto definitivo que funde as propostas independentes de cada um dos arquitetos.
A influência corbusiana é notável nas primeiras obras de Niemeyer. Porém, pouco a pouco o arquiteto adquire sua marca: a leveza das formas curvas cria os espaços que transformam o programa arquitetural em ambientes inusitados; portanto, harmonia, graça e elegância são os adjetivos mais apropriados para o trabalho de Oscar Niemeyer. As adaptações que o arquiteto produziu conectando o vocabulário barroco ao modernismo arquitetônico possibilitaram experiências formais com volumes espetaculares, que foram concretizadas por calculistas famosos, entre eles o brasileiro Joaquim Cardoso e o italiano Pier Luigi Nervi.
A arquitetura de Brasília, prevista nos esboços com que Lucio Costa concorreu ao concurso internacional de projetos para a nova capital do Brasil, foi o impulso definitivo de Niemeyer na cena da história internacional da arquitetura contemporânea. As cúpulas côncava e convexa do Congresso Nacional e as colunas dos palácios da Alvorada, do Planalto e da Suprema Corte, configuram signos originais. Agregando-os às espetaculares formas das colunas da Catedral e dos palácios Itamaraty e da Justiça, Niemeyer encerra a perspectiva ortogonal e simétrica formada pelo ritmo repetitivo dos edifícios da Esplanada dos Ministérios.
O uso das estruturas em concreto armado em formas curvas ou em casca e as explorações inéditas das possibilidades estéticas da linha reta se traduziram em fábricas, arranha-céus, espaços para exposições, residências, teatros, templos, edifícios-sede de empresas dos setores público e privado, universidades, clubes, hospitais e equipamentos para diversos programas sociais. Desses temas sobressaem-se os seguintes trabalhos: a Obra do Berço e sua residência na Estrada das Canoas, no Rio de Janeiro; a fábrica Duchen, o edifício Copan e o Parque do Ibirapuera, em São Paulo; o conjunto arquitetônico da Pampulha, com o Cassino, o Restaurante e o Templo de São Francisco de Assis, em Belo Horizonte; o projeto para o Hotel de Ouro Preto (Minas Gerais), o Museu de Caracas (Venezuela), a sede do Partido Comunista (Paris), a sede da Editora Mondatori (Milão), a Universidade de Constantine (Argélia) e o Museu de Arte Contemporânea de Niterói, o MAC (Rio de Janeiro).
A presença constante de Oscar Niemeyer no cenário da arquitetura contemporânea internacional, desde 1936 até os dias atuais, o transformou em símbolo brasileiro. Recebeu inúmeros prêmios e possui vasta bibliografia, onde se destacam títulos de sua autoria e de Stamo Papadaki, além de várias edições temáticas das principais revistas de arquitetura da França e da Itália.
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