
Durante seu início de carreira, Paulinho foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca como Cartola, Elton Medeiros e Candeia, entre outros. Destaca-se como cantor e compositor de samba, mas também compõe choros e é tido como representante da chamada Música Popular Brasileira.
Integrou o coro de 155 vozes que cantou uma versão brasileira de We are the world, o hit americano que juntou vozes e levantou fundos para a África ou USA for Africa. O projeto Nordeste já abraçou a causa da seca nordestina, e numa criação coletiva, surgiu o compacto com as canções Chega de mágoa e Seca d´água. Elogiado pela competência das interpretações individuais, foi no entanto criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento de cada uma delas no coro
Paulinho da Viola é portelense, desfilando todos os anos com a escola.
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